A YouTuber Carol Capel ficou famosa por falar sobre casos paranormais, alienígenas e aparições
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A YouTuber Carol Capel ficou famosa por falar sobre casos paranormais, alienígenas e aparições


Casas mal assombradas, astronomia, casos misteriosos, aparições e alienígenas . Esses temas movem a vida da empresária e youtuber  Carol Capel . Há três anos ela abandonou a carreira corporativa se dedicar a seu canal, que já acumula mais de 2 milhões de inscritos o  YouTube e meio milhão de seguidores no Instagram .


“A minha vida era bem chata. Eu trocava muito de emprego porque eu achava que o problema era com o trabalho, mas depois percebi que era eu mesma que não estava satisfeita com aquelas propostas de trabalho”, conta Capel, que antes de se dedicar exclusivamente ao sobrenatural trabalhava na área de Finanças.

Carol conta que o canal foi criado quando ela ainda trabalhava nessa área,  mas com conteúdo bem diferente do atual. Capel dava dicas de passeios para fazer na Disney World (Orlando, Flórida). “Percebi que como era um destino modinha, as pessoas sempre faziam as mesmas coisas e estavam procurando novidades em Orlando”, conta.

Seu canal chegou a 25 mil inscritos em um mês. Em 2015, tudo ficou mais fácil ainda porque, pela empresa, ela passou a morar a 40 km da  Disney World. Porém, o interesse dos inscritos do canal começou a cair. “Mudei o foco para os Estados Unidos como um todo, gravando como era viajar com o cachorro no carro e fazendo vlogs”, diz.

Em 2017, decidiu jogar tudo para o alto, dar adeus ao mundo corporativo e se mudar para uma pequena cidade da  Itália com o marido. Foi lá que as “coisas estranhas” começaram a acontecer e mudaram sua vida e a cara do seu canal. Na época, o canal funcionava como um vlog sobre a vida dela e de seu marido e as anormalidades passaram a ser apontadas pelos próprios seguidores.

"Tem um vídeo no meu canal em que em um momento, sem cortes, um homem aparece e depois some. Foram os seguidores que repararam e me contaram", lembra. Além disso, ela também gravou diversos momentos dentro de sua casa, desde paranormalidades até formatos estranhos no céu.

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Em 2018 Capel se se mudou para a Cracóvia, na Polônia e os fenômenos continuaram a ocorrer. Ao mesmo tempo o número de inscritos foi aumentando e o público começou a se identificar com os acontecimentos mostrados nos vídeos. Foi então que youtuber decidiu se jogar nesse mundo.

Capel afirma que sempre se interessou por casos sobrenaturais e misteriosos, então se aprofundar e pesquisar esse tipo de conteúdo foi fácil. “Parece que foi um chamado de trás para frente. Não fui eu quem fui atrás do sobrenatural, mas o  sobrenatural veio atrás de mim. É uma experiência traumática”.


Experiência própria

Capel cresceu nos anos 1990 e disse que era muito comum ter contato com essas histórias paranormais aos domingos, no programa Domingo Legal, apresentado na época por Gugu Liberato. “Ele começava a falar sobre E.T. de Varginha ou sobre o Chupa Cabra e vinha aquela música de suspense. Logo depois cortava para a Banheira do Gugu. Era cômico, mas me dava medo”, diz.

Esse medo continuou por alguns anos, o que desencadeou outras coisas, como medo de janelas ou medo de olhar para o céu. Segundo Capel, esses são alguns sinais de que uma pessoa pode ter tido uma experiência paranormal. Em seu canal, ela afirma diversas vezes que teve contato com alienígenas.

“Uma vez tive um sonho muito real em que via pessoas bem brancas e que falavam pela testa e eu conseguia ver minha casa de cima. Para mim pareceu um contato com alienígenas . Depois dessa experiência eu parei de ter medo e até comecei a me interessar pelas estrelas e pela astrofísica. Parece que ganhei uma nova habilidade”, relata.

Por compartilhar essas experiências no YouTube, ela afirma que recebe diversos relatos de outras pessoas que acompanham seu trabalho e que dizem ter passado por situações similares. “Se a gente fala sobre esse tipo de experiência na sociedade, a gente é considerado doido. Existe muito julgamento”, diz.

Capel afirma que sempre recomenda que essas pessoas busquem por um terapeuta hipnólogo que se mostre aberto para tratar sobre o assunto. Ela diz que fazer de seus conteúdos uma forma de conforto para pessoas que suspeitam ter passado por uma situação como as dela. “Eu já sofri preconceito por isso e é importante que a pessoa veja que não está sozinha. Eu mesma precisei disso e eu não tinha”.

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