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Leah Campbell percebeu que não precisaria esperar pelo "homem perfeito" para conseguir constituir uma família e escolheu encarar a vida de mãe solo

Engana-se quem pensa que é preciso um casamento para constituir uma família. Quem prova isso é a norte-americana Leah Campbell, que, ao site “POPSugar” , compartilhou a sua experiência com a adoção.

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Leah Campbell percebeu que não precisaria esperar o
Reprodução/Facebook
Leah Campbell percebeu que não precisaria esperar o "homem perfeito" para constituir uma família e optou pela adoção

Leah fala que sempre quis casar, ter filhos e constituir uma família. No entanto, após um histórico ruim com homens e com a idade avançando, ela percebeu que a vontade de ser mãe era maior que a vontade de ser esposa. Foi aí que ela encontrou na adoção uma saída para o seu desejo de exercer a maternidade.

“Eu queria ser mãe. Desesperadamente. E quanto mais perto dos 30 eu chegava, mais eu percebia que queria ser mãe mais do que sempre quis ser uma esposa”, diz. Leah fala que estava cansada de associar a maternidade com a espera de um homem perfeito que nunca chegava.

Dois meses após ter dado entrada na documentação, ela recebeu a notícia que adotaria uma recém-nascida. “Eu comemorei meu 30º aniversário com aquela garotinha em meus braços”, lembra.

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Rotina após a adoção

Apesar de todas as dificuldades de passar pela adoção e ser mãe solo, Leah afirma que o amor pela filha é grande
Reprodução/Facebook
Apesar de todas as dificuldades de passar pela adoção e ser mãe solo, Leah afirma que o amor pela filha é grande

Leah já está há cinco anos vivendo com a filha e compartilha sobre como foi o processo de adaptação e como está a rotina das duas hoje. “Ser mãe de um recém-nascido foi certamente mais trabalhoso do que eu esperava”, diz.

Como tudo foi muito rápido, ela ainda não estava com a casa adaptada quando sua filha chegou. Por isso, além de cuidar da recém-nascida sozinha, precisava montar os móveis e trabalhar, já que não tinha juntado dinheiro suficiente para todas as despesas. “Eu pedi por isso. Eu sabia no que estava me metendo quando escolhi me tornar mãe solo ”, diz.

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Outro fator que contribuiu para algumas dificuldades foi que aos três anos de idade a menina foi diagnosticada com uma doença crônica. “Eu sou a única responsável por dar a ela doses semanais de quimioterapia, monitorar seus sintomas e levá-la para inúmeras consultas médicas”, desabafa.

No entanto, ela garante de nada disso a impediu de amar muito a filha . “Eu não mudaria nada. Minha filha é a minha vida. Ela é a melhor decisão que eu já tomei e o maior presente que já recebi”, diz.

Para finalizar, a mãe fala que está aberta a um parceiro, mas que não vai viver procurando um homem perfeito, principalmente após a adoção . “Eu tenho a minha filha para pensar. E, além disso, ela fez a minha vida melhor. Então, sim, eu escolho ela. Toda vez”, diz.