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"Ele nunca aceitou a própria morte, então queria continuar vivendo através do meu corpo”, ressalta a irlandesa, que conseguiu ficar livre do espírito

Em dezembro do ano passado, a irlandesa Amanda Teague, de 46 anos,  anunciou o fim do seu casamento com o espírito de um pirata haitiano chamado Capitão Jack, que morreu em 1700. Na época, ela não disse qual era o motivo do divórcio com o fantasma, mas chegou a declarar: “Tenha cuidado ao brincar com espiritualidade.”

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Reprodução/Daily Star
Amanda Teague diz que o fantasma com quem se casou tentou matá-la após sugar suas energias e prejudicar sua saúde

Agora, alguns meses depois, Amanda voltou a aparecer e resolveu explicar o que a levou a terminar a relação com o fantasma . Em entrevista a programa de TV “This Morning”, ela diz que, em junho de 2018, quase morreu de sepse e culpou Jack por conta disso. De acordo com informações do “Daily Mail”, ele tentou matá-la.

“Jack era, basicamente, um vampiro de energia. Quando morremos, é normal que a gente permaneça no reino da Terra por um período, mas quando os espíritos vão ficando por muito tempo, eles precisam de uma fonte de energia ”, alega Amanda. Ela aponta que percebeu que algo estava errado alguns meses após o casamento, assim que passou a ter problemas de saúde. 

"Ele estava me usando como fonte de energia"

Quando começou o relacionamento , ela chegou a questionar os amigos se o fantasma era um “bom espírito” e os amigos lhe disseram que “estava tudo bem”. No entanto, sua saúde passou a ficar cada vez pior e, há um ano, ela teve uma infecção grave, quase morreu e precisou fazer uma cirurgia de emergência. 

Amanda culpa Jack pelo seu estado debilitante. “Infelizmente, ele estava me usando como fonte de energia. Ele nunca aceitou a própria morte, então queria continuar vivendo através do meu corpo”, ressalta. “Descobri que era ele, definitivamente, que estava tentando me prejudicar”, completa.

Diante disso, quando ela percebeu o que ele estava fazendo, decidiu fazer um exorcismo no final do ano passado para ficar livre dele. E, apesar de todos os momentos de dificuldade, ela destaca que não mudaria nada, pois aprendeu muitas lições com a experiência. Por outro lado, ela não pretende mais interagir com espíritos. 

“Eu parei completamente com toda a mediunidade , porque aprendi o outro lado disso”, afirma. “Eu era mais forte do que ele e, finalmente, tenho orgulho do que fiz. Estou muito mais feliz”, finaliza a mulher, que agora vive sem a presença do fantasma .