Ilona Szabo, apresentadora da série do Futura. Credito Pedro Prado
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Ilona Szabo, apresentadora da série do Futura. Credito Pedro Prado

Estreia hoje“Você Pode Mudar o Mundo”, série de 10 episódios de entrevistas com mulheres especialistas para debater assuntos de urgência política de forma acessível. O programa vai ao ar pelo canal Futura e estará disponível gratuitamente na Globoplay. Apresentado por Ilona Szabó,  o primeiro programa traz a advogada Gabriela Prioli e terá a empresária Luiza Trajano  no último episódio.

A série é produzida por Susana Campos e Veruschka Bauerle, da produtora carioca Das Minas, com direção de Ísis Mello. “A série representa algo que acreditamos ser fundamental para a construção de uma sociedade mais justa: ouvir nós mulheres e reconhecer nossa importância e liderança em diversos setores da sociedade. A Ilona é uma grande anfitriã, conseguiu deixar todo mundo bem à vontade e falar de temas densos de uma uma maneira leve e divertida”, diz.

Na estreia, Ilona conversa com Gabriela Prioli, comentarista política e apresentadora de TV, que se destaca na produção de conteúdos que contribuem para o conhecimento político de maneira simples e objetiva.

A temporada vai contar ainda com a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva; a bailarina e ativista Ingrid Silva; a deputada federal e ativista pela educação brasileira Tabata Amaral; a microbiologista e escritora Natalia Pasternak; a presidente da ONG Todos pela Educação, Priscila Cruz; a empresária, jornalista e ativista Monique Evelle; a líder indígena e ativista pelo meio ambiente Alessandra Korap; a jornalista e escritora Patrícia Campos Mello; e, para fechar a temporada, a empresária Luiza Trajano, que lidera a rede Magazine Luiza. 

“A série Você Pode Mudar o Mundo destaca trajetórias inspiradoras de mulheres que, com suas ideias e iniciativas, engajam, emocionam e transformam o Brasil em um país melhor”, avalia Ilona Szabó, co-fundadora e presidente do Instituto Igarapé e apresentadora da série. “As histórias compartilhadas nos trazem lições importantes a respeito de como mulheres podem agir, liderar, influenciar e construir uma sociedade mais justa, plural e democrática”, conclui.

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