Conheça os modelos que existem no mercado e saiba qual o mais indicado para cada tipo espaço

Apesar de a estética contar bastante na hora de instalar um box no banheiro , as características técnicas devem ser levadas em conta prioritariamente, tendo em vista as diferentes tecnologias e acabamentos disponíveis no mercado. A primeira etapa é escolher o sistema de abertura: pivotante, giro e de correr. Sendo este último o mais recomendado para ambientes pequenos.

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“Ele ocupa uma área menor e libera mais espaço para a circulação”, explica a designer de interiores Iara Santos, de Belo Horizonte. Neste caso, o sistema é composto por roldanas encaixadas dentro de barras instaladas no piso e na parte superior do produto. As mesmas também podem ficar aparentes, dependendo do estilo que se deseja imprimir ao ambiente.

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Os modelos pivotantes também são boas alternativas para metragens enxutas, pois apenas parte da porta é projetada para fora, girando em torno de um eixo vertical. Por fim, os de giro costumam abrir em direção ao chuveiro e só podem ser usados caso haja uma área livre de pelo menos 20 cm a mais do que o tamanho da porta.

O tipo de vidro também é uma decisão importante, já que o material influi na qualidade e no visual do projeto. O mais recomendado, segundo a NBR 7199, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), é o temperado. O motivo? A placa pode ser furada, dispensa o uso de caixilhos e apresenta resistência cinco vezes maior do que o laminado. Isso ocorre devido a uma das etapas de seu processo de fabricação, chamada de têmpera, na qual o vidro é aquecido a altas temperaturas e depois resfriado rapidamente.

Luís Fábio Rezende de Araújo assina o projeto deste banheiro com box de vidro incolor
Divulgação
Luís Fábio Rezende de Araújo assina o projeto deste banheiro com box de vidro incolor

“A força deve ser muito maior para estilhaçá-lo. Quando isso acontece, porém, os pedaços são menores e arredondados, característica que também garante segurança”, diz Carlos Henrique Mattar, gerente de marketing, da Cebrace, de Jacareí (SP). A espessura ideal para compor os projetos, de acordo com a fabricante Guardian, é de 8 mm.

A favor da estética
Os acabamentos dados à superfície de vidro podem deixar o projeto ainda mais diferenciado. Segundo Iara, o mais tradicional é o verde, bastante usado em ambientes clean. O translúcido, por sua vez, é colocado quando o intuito é deixar o boxe mais discreto no espaço e dar maior amplitude ao ambiente. Já o bronze é sofisticado e bastante aplicado quando o banheiro acumula a função de lavabo . Há também os fumês ou foscos, bastante indicados para quem deseja privacidade na hora do banho, mas que podem dar a sensação de ocupar muito espaço em banheiros pequenos .

“Os refletivos também aparecem como boas sugestões por darem maior amplitude e sofisticação às salas de banho e até mesmo a banheiros menores”, afirma Érico Miguel, gerente de marketing da Ideia Glass, empresa responsável pela fabricação do boxe com vidros da marca Guardian.

Ainda é possível escolher modelos feitos com acrílico, material considerado mais em conta do que o vidro temperado. No entanto, sua resistência costuma ser menor, correndo o risco de rachar com o tempo. Confira na galeria diferentes modelos e acabamentos disponíveis no mercado.

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