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Durante ultrassom, médico disse não conseguir ouvir batimentos cardíacos do feto; mãe foi induzir aborto para expulsá-lo, mas descobriu o erro a tempo

Durante um ultrassom de rotina, uma mulher acabou tendo uma triste surpresa: o médico informou-lhe que seu bebê havia morrido por não conseguir ouvir seus batimentos cardíacos. Entretanto, tratava-se de um erro médico que, por sorte, a mulher descobriu antes de induzir o aborto de sua gestação.

Erro médico ocorreu durante ultrassom, quando especialista disse não conseguir ouvir batimentos cardíacos do bebê
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Erro médico ocorreu durante ultrassom, quando especialista disse não conseguir ouvir batimentos cardíacos do bebê


A história do erro médico foi contada pelo “Daily Mail”, que entrevistou a britânica Susanna Williams com quem o episódio aconteceu. Ela já havia sofrido um  aborto espontâneo antes e, grávida da segunda filha, temia que isso se repetisse. Por isso acabou marcando um ultrassom já para a sétima semana da gestação.

Durante o exame, ela e o marido, que a acompanhou, perceberam que o médico estava muito quieto e estranharam. “Ele ficou quieto e perguntou: ‘ vocês conseguem ver algo ?’”, disse Susanna. O médico se referia ao bebê e seus batimentos cardíacos. Ele pediu imediatamente os resultados do exame e, após analisá-los, contou à família que a criança havia parado de crescer com seis semanas de vida, ou seja, uma semana antes, e que não havia sinais de batimentos cardíacos fetais.

Com a notícia trágica, o casal, arrasado, ainda precisava ir a um hospital para induzir um aborto , já que, mesmo com o bebê morto fazia uma semana, o corpo de Susanna não reconhecia o que havia ocorrido e, portanto, não expulsava o feto.

Erro médico é corrigido

Erro médico fez mulher acreditar que havia perdido seu bebê e marcar para induzir um aborto
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Erro médico fez mulher acreditar que havia perdido seu bebê e marcar para induzir um aborto


No hospital, uma enfermeira pediu que o casal esperasse para induzir o aborto , justamente porque o corpo da mãe ainda “agia” como se a gestação estava normal. Sem entender, o casal concordou em esperar mais uma semana, apesar da dificuldade de ter de passar mais sete dias com um bebê aparentemente morto na barriga.

Chegando o dia da indução, os médicos decidiram pedir um último ultrassom, apenas para ter certeza. Foi quando se deram conta do erro e comunicaram a Susanna que sua filha estava viva e bem. Agora, a pequena Riley tem três meses de idade e é um bebê saudável.

“Toda vez que olho para Riley não consigo deixar de pensar que ela poderia ter ido embora, que nós poderíamos ter nos livrado dela. Temo que outros casais tenham abortado crianças saudáveis depois de receber informações erradas em clínicas de exames”, afirma a mãe.

O “Daily Mail” chegou a procurar o estabelecimento que examinou Susanne. Eles informaram que o dela foi “um acidente isolado”, mas que reforçará os treinamentos da equipe para evitar qualquer outro tipo de erro médico .

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