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Escritora criticou pais que não conseguem controlar as crianças ou apenas não se importam delas estarem atrapalhando o voo dos outros passageiros

Viajar de avião de com crianças não é tarefa fácil nem para os pais e nem para os outros passageiros. Muitas vezes, os nossos filhos ficam cansados, sentem dor ou apenas não estão 100% para uma viagem longa, e aí o “pesadelo” começa. E a escritora Laurel Niedospial confessou que a maternidade não a fez mudar de opinião sobre crianças barulhentas, especialmente em aviões.

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Viajar de avião com criança não é fácil, mas alguns pais podem deixar tudo pior ao não disciplinar seus filhos
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Viajar de avião com criança não é fácil, mas alguns pais podem deixar tudo pior ao não disciplinar seus filhos

“Não estou me referindo ao comportamento que é esperado de uma criança ao viajar de avião . Bebês, no geral, têm um desconto porque você sabe, eles são bebês, e não têm muita noção das coisas. Um bebê ou uma criança pequena que está chorando porque está com medo ou os ouvidos doem por conta da pressão não me incomoda. Nem o chute de vez em quando ou a risada exagerada de animação. Crianças podem fazer barulho porque são pequenos humanos”, explica a escritora em artigo publicado no site “Popsugar”.

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Quando há motivo para o barulho, Laurel não vê problemas nele. A questão é quando não há necessidade de ruídos ou bagunça. “O que não é aceitável são os pais deixarem as crianças correr de um lado para o outro durante um voo. Como mãe de uma criança de dois anos que também é, vamos dizer, ‘espirituosa’, eu entendo que é difícil deixá-los confinados em um assento por horas. Pode parecer angustiante, mas só porque é difícil não significa que seus filhos deveriam correr pelo corredor, gritando a plenos pulmões ou fazendo o que parece um sapateado de quatro horas no meu encosto.”

Laurel conta que em um voo recente que teve de fazer com o filho ficou preocupada dos outros passageiros se incomodarem com o som dos eletrônicos do menino, já que ele se recusou a usar fones de ouvido. Por outro lado, ele deixou que os aparelhos ficassem quase inaudíveis. “Apesar dos nossos esforços par restringir o volume do nosso filho, havia uma criança mais velha jogando videogame com um alto falante anexado. Eu tive de ouví-lo até o nível dez de qualquer que seja o jogo que ele estava jogando por três horas. O pai estava vendo esportes no próprio dispositivo, claramente não se importando que o volume do filho era mais alto que um IMAX.”

Pais deveriam ficar mais atentos

A escritora diz em seu desabafo que entende que crianças e alguns adultos precisam fazer barulho dentro de um avião de tempos em tempos, mas não consegue entender pais que não se preocupam em conferir se a criança esá incomodando ou não. Ela acredita que as pessoas deveriam ficar mais atentas a isso.

“Se uma criança está chutando o encosto do meu assento, eu não vou me importar de deixá-la fazer isso algumas vezes. Mas se isso continua durante toda a duração do voo, não é culpa dela – é sua”, diz Lauren aos pais. A mãe afirma que a obrigação de acalmar os filhos é dos pais, então isso tem de ser feito.

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“Quando compramos passagens de avião, todos esperam certa dose de conforto e privacidade. É razoável esperar não ter espaço suficiente para esticar as pernas, mas não há razão para os nossos companheiros no avião deixarem o voo ainda mais desafiador ao deixar suas crianças dominarem o avião”, completa Laurel sobre viajar de avião com crianças.

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