Pesquisa mostra que traições aumentam nas festas de fim de ano das empresas
Kelsey Chance/Unsplash
Pesquisa mostra que traições aumentam nas festas de fim de ano das empresas









Casos extraconjugais entre colegas de trabalho não são exatamente uma novidade . Praticamente todo mundo conhece alguém que já viveu alguma uma aventura com alguém do trabalho. E se existe uma situação que favorece que se passe do flerte para a pegação, esse momento é a festa da firma. As confraternizações de fim de ano. Além de reunir seus colegas para comemorar os 12 meses anteriores, jogar conversa fora e fazer networking com os superiores, é também o momento em que muitos se permitem cair em tentação.

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Segundo pesquisa da Ashley Madison, site de namoro para casados, algumas pessoas simplesmente não resistem à tentação nos feriados. A pesquisa realizada com 2.898 membros da plataforma entre 1º de novembro de 2021 e 8 de novembro de 2021, mostra que os motivos pra isso são: acúmulo de tensão sexual durante o trabalho (39%), oportunidade de agir por conta própria (26%) e tornar uma festa chata mais divertida (18%).

Entre os "delitos" praticados na festa de festa da firma estão: sexo (78%), beijos (47%), sexo oral (45%) e toque íntimo (43%). Os colegas de trabalho costumam ser o principal alvo para alguma pegação festiva; o segundo alvo mais comum é o cônjuge de outra pessoa. Além disso, 17% dos participantes afirmam que o próprio cônjuge também estava presente na festa. 

Onde ocorrem as traições festivas?

Embora apenas 28% dos participantes digam que sua empresa está dando uma festa de fim de ano este ano - virtual ou pessoalmente - quase metade deles (48%) está de olho em alguém para se aventurar ou pelo menos tem vontade de sair durante a ocasião. 

E onde essas traições são consumadas? Segundo a pesquisa, os locais mais comuns são hoteis, carro de uma das pessoas ou táxi (a famosa carona na volta), escada, banheiro e na casa de um dos envolvidos. 

Mais flertes durante a pandemia

Segundo a assessoria de comunicação da Ashley Madison, o número de usuários do site cresceu, passando de um aumento diário de 15,5 mil usuários por dia para 17 mil novos usuários diários. O Brasil, segundo país com mais novos usuários em 2020, atrás somente dos EUA, e na frente do país que o criou, Canadá, tem um total de 11,7 milhões de inscrições desde que foi lançado.

Em média, 4,226 brasileiros se inscreveram na plataforma de 21 de março até 1 de julho deste ano, o que mostra que a pandemia e o isolamento social tem feito os brasileiros se interessarem bastante em conhecerem alguém novo, fora de seu relacionamento.



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