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Delas reuniu relatos de leitores que já pagaram micos ou protagonizaram pequenos “desastres” que fizeram os planos de uma noite irem por água abaixo – mas atenção: aconselhamos não repetir os casos descritos

Mais um Dia dos Namorados se aproxima e, para muitos casais, uma comemoração é indispensável. Nessa hora, há quem prefira ter um momento mais intimista com um jantar à luz de velas preparado a dois, uma ida a um restaurante gostoso e outros programas românticos, mas também há, é claro, aqueles que querem algo mais “caliente” e apostam em uma ida a um motel para terminar a noite de forma memorável.

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Ir a um motel é o programa preferido de muita gente para o Dia dos Namorados, mas nem sempre sai como o planejado
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Ir a um motel é o programa preferido de muita gente para o Dia dos Namorados, mas nem sempre sai como o planejado

Se bem escolhido, o motel pode ser algo bastante confortável, divertido e uma boa opção tanto para quem quer sair da rotina quanto para quem mora com familiares ou amigos e tem de “se esconder” na hora H.

Para quem é mais atrapalhado, porém, as novidades e possibilidades que motéis costumam oferecer – como banheiras, mastros de pole dance, cadeiras eróticas e cardápios elaborados – podem ser um prato cheio para a noite terminar em constrangimento e até acidentes.

Se você já passou por algo assim, porém, nada de desespero. Para amenizar seu constrangimento, o Delas reuniu relatos de leitores que já pagaram micos ou protagonizaram pequenos “desastres” que fizeram os planos de uma noite divertida em um local assim irem por água abaixo. Confira:

*Nomes de algumas pessoas foram alterados para preservar as identidades do entrevistados

Pra que serve esse botão?

“Em uma vez com meu ex, eu mexi nos botões que tinha lá perto da cama achando que estava aumentando o volume do rádio. Comecei a suar muito e pensei: ‘Meu deus, que sexo bom, nunca fiz desse jeito com esse homem, uau!’, mas, na verdade, eu tinha aumentado a temperatura do quarto. Passei é calor durante o ato. Quase desmaiei” – Gabriel.

Sexo pós-fratura

“Fiz uma festa com mais cinco amigas em um motel, período de 12 horas. Pegamos um quarto com piscina, hidro e tal. Foi aí que eu, toda nua, fui sair da piscina, escorreguei e bati as costas na escadinha que ia do patamar da piscina para outra parte, onde tinha uma mesa. Na hora que caí, ‘desapareci’ atrás da mesa. Senti dor e falta de ar na hora, mas ninguém levou a sério – e eu também não.

Depois disso, rolaram altas coisas, inclusive UM 69 COM A COSTELA QUEBRADA – coisa que sempre jogam na minha cara. Cheguei em casa na hora do almoço, dormi, acordei às 19h surtando de dor e fui para o hospital. Aí descobri que a costela estava quebrada” – Julia.

Motorista indiscreto

“Não tinha como ser na casa dele e nem na minha, então não ia ter jeito mesmo, né? Só que eu não tenho carro e nem ele. A solução? Chamar um Uber. Eu só ficava rindo porque estava constrangida demais. Até aí, ok, só que um parente meu trabalha com Uber, então, na hora de pedir [o carro] lá para casa, eu estava quase vomitando de nervoso, com medo de que pudesse ser ele.

Graças a Deus e todas as entidades, não foi, mas foi um cara meio novo. Ele deixou o cara antes, e eu ia ficar depois. Enquanto o ‘crush’ estava no carro, o cara não conversou, mas, depois que ele desceu, o motorista ficou conversando comigo e perguntando coisas como: ‘Há quanto tempo vocês namoram?’. Moço, eu nem namoro ele, sabe?” – Roberta*.

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Quebrando o gelo do jeito errado

“Uma vez, eu fui em um muito barato e ia transar pela primeira vez com meu ex. Antes dessa transa, eu só tinha perdido a virgindade com meu primeiro namorado e tinha sido uma droga, ou seja, eu estava mega nervosa. A gente namorava à distância, ele era bem mais velho, etc.

Como o motel era ruim, não tinha isolamento acústico, aí, quando estávamos começando, um cara no quarto ao lado começou a gemer MUITO ALTO, parecia que estava morrendo. Eu, mega constrangida, só ignorei, né? Aí meu ex soltou um: ‘Esse aí vai morrer’, só que meio sério, não deu uma risadinha para quebrar o gelo” – Amanda*.

Carro enguiçado e resgate conhecido até demais

“Passei pelo clássico ‘quebrou o carro’, mas não foi de um jeito convencional, foi na ENTRADA do lugar. Travamos todo o fluxo, e o menino não sabia o que fazer, aí todo mundo se mobilizou para ajudar porque o carro era imenso e muito pesado, mas não rolou e a inda RALOU o carro.

Tivemos de chamar o seguro, mas o menino não era dono do carro e muito menos tinha carta, aí tivemos de chamar o PAI do ‘boy’ para resolver o problema. Humilhação pura. Detalhe importante: o pai do menino é meu vizinho, dono do açougue que minha família toda frequenta e amigo de infância dos meus pais” – Bruna*.

“Visita” inesperada

“Eu trabalhava em um motel. Uma vez, houve um pequeno erro de comunicação entre o rapaz da portaria e eu, que ficava lá dentro. O termo ‘liberar o quarto’ significava que o cliente estava na portaria para ser liberado e ir embora, então alguém teria de ir até o quarto pra saber o que foi consumido – água, bala, preservativo, essas coisas.

Então, eu fui até o quarto liberar, mas me deparei com um rapaz forte, alto, tatuado, deitado na cama. No susto, ele só teve tempo de colocar o travesseiro em cima das suas coisas (risos). Caso contrário, eu teria visto tudo.

Pedi desculpas, voltei e fui furiosa falar com o rapaz da portaria. Ele me disse que era para eu liberar do sistema, pois estava com o status ‘limpeza’ e já estava limpo e ocupado novamente, mas o termo usado não era liberar. Na confusão, quase estrago a surpresa que o boy estava fazendo pra sua gata.” – Angélica*.

PhD em micos

“Tenho duas histórias. Na primeira vez em que fui em um motel com hidromassagem, fiquei empolgadíssima para usar, mas não me lembrei de que o corpo fica leve na água. Conclusão: fui tentar ‘dominar’ o momento e ir por cima, mas exagerei na força para baixo. A água me jogou para cima. Flutuei. Voou água para todo lado. Tive de me segurar nas alcinhas da banheira. Acabou o clima.

A outra é de quando fui em um motel no aniversário de um ano de namoro e não conseguia achar o botão certo para a luz que queria acender. Fui apertando todos sem ver o que estava escrito em cada um, apertei o da televisão e não percebi. Ela ligou e eu entrei em choque com uma voz atrás de mim, jurei que tinha alguém no quarto e nem tive coragem de me virar para olhar, fiquei abaixadinha lá, desesperada. Não sei como as pessoas ainda ficam comigo” – Maíra*.

Mamãe empata

“Quando minha filha tinha poucos meses de idade e já dormia a noite toda, eu voltei a sair e fiquei com um amigo meu com quem já tinha ficado outras vezes. Ele estava de carro, me ofereceu carona e eu não falei onde era a minha casa, ele só foi dirigindo. Aí eu perguntei para onde estávamos indo, e ele respondeu: ‘Para o motel. Estou errado?’. Eu disse: ‘Você sabe que minha filha é nenê, já já acorda e minha mãe já está cobrando que eu volte, mas suave, vamos’. Falei para minha mãe que estava de carona, ia comer em algum lugar e depois a encontraria.

Quando a gente chegou [no motel], ela já estava perguntando quanto tempo ia demorar. Eu enrolei, dizendo que precisávamos procurar outro lugar porque o que íamos estava fechado. A gente começou a se pegar, roupa para um lado, bolsa para outro, pegação, camisinha... Estávamos indo muito bem, até meu celular começar a tocar.

Deixei quieto, voltamos a atenção para o sexo e continuamos, mas o celular também continuou uma, duas, três vezes. Teve uma hora que não deu mais, eu não conseguia me concentrar, estava preocupada de a minha filha ter acordado. Nessa hora, não deu mais, interrompemos, colocamos as roupas e ele ainda pagou tudo sozinho e me levou embora.

O pior é que, quando chegamos para encontrar minha mãe e minha filha, a nenê estava dormindo que nem um anjo, nem tinha ameaçado acordar ainda. No dia, eu prometi que voltaríamos para onde paramos. No dia dessa confusão estava muito gostoso, mas, quando rolou de novo, cinco anos depois, não foi a mesma coisa” – Larissa*.

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Flagra duplo

“Tinha uma professora muito metida no meu ensino médio, que sempre ficava falando do marido e balançando a aliança para os alunos verem, até que um dia o casamento acabou, e ela ficou mais quietinha. Entrou então um novo professor de matemática que tinha uma noiva e ia se casar, e eles ficaram próximos. Tinha muita fofoca sobre eles, mas nada conclusivo.

Na época, eu estava tendo um caso com um rapaz bem ‘galinha’, com quem tinha acontecido um monte de confusões. Não era nada sério, mas, se soubessem de nós dois, ia rolar muita briga. Um dia, estávamos saindo da aula, os dois com grana, tempo livre, acima de 18 anos, e resolvemos nos premiar indo para um motel.

Lindos, nós fomos, quase colocamos o quarto abaixo e saímos bem felizes e satisfeitos, mas a pé, porque não tínhamos carro. Enquanto ele trancava a porta do quarto, vi um carro entrando na rampa com as luzes acesas e, na hora, meu queixo caiu. Cutuquei o ‘boy’, apontei e ele berrou um palavrão. As duas pessoas dentro do carro se assustaram e olhara para nós, enquanto nós olhamos para eles.

Lá estava o professor noivo com a professora, e lá estava eu com o garoto ‘secreto’ no motel . Eles fingiram que não viram a gente, e a gente fingiu que não os viu. Virou uma guerra fria” – Natália*.

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