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O serviço funciona com base na análise dos "genes da atração" em amostras de saliva dos usuários em combinação com dados das redes sociais deles

Um dos episódios da quarta temporada da série “Black Mirror” conta a história de um casal que se une utilizando uma espécie de aplicativo de namoro que prevê quanto tempo os pares permanecerão juntos. De início, a ideia pode até parecer tentadora, mas o desenrolar da história mostra que as pessoas passam por bastante sofrimento antes de encontrar o par perfeito.

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Apesar de ainda não termos um aplicativo de namoro como o de 'Black Mirror', há um que usa DNA para criar pares
Reprodução
Apesar de ainda não termos um aplicativo de namoro como o de 'Black Mirror', há um que usa DNA para criar pares

Seja para encontrar parceiros para sexo casual ou para buscar um relacionamento duradouro, não é raro encontrar pessoas que usam algum aplicativo de namoro . Hoje, ainda não há uma tecnologia como a mostrada em “Black Mirror”, mas, a julgar pelo fato de que já existe o Pheramor, aplicativo de relacionamentos que combina os usuários utilizando amostras de DNA deles, podemos estar no caminho para essa realidade.

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Como funciona esse aplicativo de namoro?

De acordo com o site do Pheramor, para começar a busca pelo par perfeito , a pessoa deve, primeiramente, fazer o cadastro no aplicativo e autorizar que ele tenha acesso às redes sociais dela. O sistema não se baseia apenas na combinação genética entre os usuários, então também é preciso mapear os gostos das pessoas e as atividades pelas quais ela se interessa.

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É no passo seguinte, porém, que começa a parte científica do processo. Após se cadastrar e iniciar a busca por pares, o usuário recebe um kit para retirar uma amostra de DNA e enviar de volta à companhia para que ela realize a análise e comece a gerar combinações. Mas, calma, não é preciso tirar sangue ou algo tão extremo quanto.

Para conseguir o DNA dos usuários, o Pheramor pede que eles utilizem o kit para coletar saliva (esfregando de leve um cotonete ou palitinho no interior da bochecha) e enviando a amostra de volta para a companhia. É isso mesmo, o pessoal do aplicativo vai analisar um bocado de saliva alheia.

via GIPHY

Na hora de analisar as amostras de DNA, eles buscam 11 genes específicos que, segundo a companhia, foram comprovados pela ciência como os responsáveis por determinar as características que nos fazem sentir atração por outras pessoas. Após a análise, o aplicativo de namoro promete apresentar aos usuários pessoas solteiras com quem eles terão uma “química instantânea”. E você, arriscaria usar um app desses?

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