Preta Gil, Letticia Munniz e Polly Oliveira
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Preta Gil, Letticia Munniz e Polly Oliveira

A nova websérie da agência Mynd, Na Linha De Frente, apresentada pela cantora Preta Gil, estreia seu terceiro e penultimo episódio nesta segunda-feira, 22. O tema da semana será body positive , com os objetivos de celebrar as conquistas das mulheres, falar sobre empatia e a liberdade de ser quem é. A série pode ser vista no IGTV da marca.

Em entrevista ao colunista Leo Dias, Preta comentou o novo episódio e o próprio processo de conquistas e felicidade consigo mesma. “Eu tinha uma autoestima muito elevada e muito boa. Quando eu fiz as minhas fotos nuas, eu recebi uma enxurrada de repressão, de crítica. Aquilo me fechou e, eu fui tentar me enquadrar no padrão. Quando eu percebi que me enquadrar não me faria melhor, não me faria feliz, fui desconstruir tudo e me libertar”, diz a cantora.

O primeiro episódio da série terá a participação da modelo, atriz e humorista, Letticia Munniz, e da escritora e influenciadora Polly Oliveira. As três discutem os impactos da pressão social e dos padrões de beleza na vida real de mulheres comuns.

“Eu tive isso dentro de casa minha vida inteira e é muito louco, porque talvez seja até injusto falar que a família estava fazendo por maldade. Tem muito aquela coisa de achar que está protegendo, então eu sofri isso a vida inteira!

“Quando eu vim morar em São Paulo, eu sempre ia ver minha família. Toda vez que eu chegava, tinha um comentário sobre o meu corpo, que eu tinha engordado, mas ninguém sabia que eu estava passando necessidade em São Paulo, que eu não tinha condição de comer um prato de comida, que eu comia o que dava para comer”, conta Letticia sobre as cobranças que sentia da própria família em relação aos padrões estéticos.

Polly Oliveira, ao falar sobre o Body Positive, explica que o movimento é voltado para a aceitação do corpo como um todo. “Quando a gente fala de movimento Body Positive, as pessoas acham que é sobre o corpo gordo, mas não é sobre ser gordo, não é sobre ser fora do padrão. É sobre ser livre. Qualquer mulher pode participar e fazer parte do movimento. É sobre respeitar o tempo de cada uma, principalmente.”

Confira o episídio anterior:


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