Selecionamos dicas de especialistas para melhorar quatro aspectos da vida das crianças no ano que começa: alimentação, sono, comportamento e felicidade

Emagrecer, ter mais tempo para os amigos ou aprender uma nova língua. Muitos adultos costumam iniciar o ano traçando metas para serem desenvolvidas ao longo dos 12 meses seguintes. Será que isso funcionaria também com as crianças?

“É preciso pensar na idade da criança e na meta que será proposta. Os pais devem ter o cuidado de não gerar ansiedade nos filhos. É possível ter uma data para um objetivo, mas não é para criar um terror em torno disso. Não pode transformar meta em castigo. Entender isso é fundamental”, alerta Marcia Paiva, pedagoga especializada em educação infantil e psicomotricista da Assessoria Educacional Terceiro Passo.

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"Os adultos podem ter metas para a educação de seus filhos. Podem querer passar mais tempo juntos ou decidir que vão propor uma alimentação mais saudável”, recomenda especialista

Se estabelecer uma meta pode causar prejuízo para crianças menores, os pais que realmente desejam mudar algo na rotina da família no novo ano podem fazê-lo de maneira mais natural, assumindo esse objetivo como sendo seu.

“Para crianças com menos de sete anos, não parece muito pertinente estabelecer metas. Entretanto, os adultos podem ter metas para a educação de seus filhos. Podem querer passar mais tempo juntos, se dedicar mais a eventos culturais em família, decidir que vão propor uma alimentação mais saudável ou colocar os filhos para dormir mais cedo”, ensina Danielle Cristina Wolf, CEO do CEDUC, instituição especializada em criança e gestão de creches corporativas.

Para ajudar os pais nessa tarefa de modificar a rotina da família visando o bem-estar dos filhos, o Delas selecionou quatro aspectos importantes na vida das crianças e, com a ajuda de especialistas, publicará uma série de reportagens especiais com dicas práticas para serem aplicadas no dia a dia. Os temas escolhidos foram: alimentação, sono, comportamento e felicidade.

Quer que seu filho se alimente melhor em 2014? Ou o problema está na rotina noturna instável que prejudica o sono das crianças? Deseja que seu filho se comporte melhor? Mais ainda, quer que as crianças sejam mais felizes em 2014? Acompanhe as matérias ao longo dos próximos dias e confira dicas fundamentais para alcançar seu objetivo.

Alimentação
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Alimentação

1 - Alimentação

O primeiro tema da série de reportagens “O que você quer para o seu filho em 2014?” será alimentação. Veja como introduzir novos hábitos alimentares mais saudáveis na rotina das crianças:

>> Clique aqui e saiba como fazer seu filho ter uma alimentação mais saudável em 2014






Sono
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Sono


2 - Sono

A segunda reportagem especial é sobre sono. Noites mal dormidas refletem no desenvolvimento, na capacidade de concentração e até mesmo no desempenho escolar das crianças. Confira dicas para estabelecer uma rotina noturna que melhore a qualidade do sono do seu filho:

>> Clique aqui e veja como fazer seu filho dormir melhor em 2014





Comportamento
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Comportamento

3 - Comportamento

Birras públicas, negativa constante de obedecer a ordens simples dos pais e outros problemas de comportamento podem ser resolvidos se os pais forem persistentes e consistentes. Especialistas ensinam como introduzir regras de disciplina na rotina das crianças, respeitando necessidades e particularidades de cada filho:

>> Clique aqui e confira como fazer seu filho se comportar melhor em 2014




Felicidade
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Felicidade


4 - Felicidade

Que pai não deseja que seu filho seja mais feliz? Pensando nisso, felicidade é o último tema da série de reportagens especiais “O que você quer para o seu filho em 2014?”. Entenda como pequenas atitudes do dia a dia que privilegiam a família podem influenciar na qualidade de vida do seu filho:

>> Clique aqui para ver como os pais podem contribuir para que o filho seja mais feliz em 2014





Agradecimentos: Ana Cássia Maturano, psicóloga clínica e co-autora do livro “Puericultura – Princípios e Práticas” (Ed. Atheneu); Cecília Zylberstajn, psicóloga e psicoterapeuta; Danielle Cristina Wolff, CEO do CEDUC, instituição especializada em criação e gestão de creches corporativas; Mara Pusch, psicóloga da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Marcia Paiva, pedagoga especializada em educação infantil e psicomotricista da Assessoria Educacional Terceiro Passo.

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