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"Achamos que eram coisas normais da infância, só depois percebemos que era algo mais sinistro”, fala pai sobre o cansaço excessivo da filha; entenda

Dave Fletcher, 39 anos, estava brincando com a filha em um parquinho na cidade de Claines, Inglaterra, quando a pequena pediu para ir no balanço. Em pouco tempo brincando, Izzi, na época com 1 ano e 11 meses, pegou no sono e cochilou no brinquedo. O pai decidiu registrar esse momento da filha, porém, o que menos esperava era que estava retratando ali um dos principais sintomas do câncer, o cansaço excessivo.

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Pais percebem um dos sintomas do câncer, o cansaço excessivo, ao observar foto de filha dormindo no balanço
Arquivo pessoal
Pais percebem um dos sintomas do câncer, o cansaço excessivo, ao observar foto de filha dormindo no balanço

Com a filha hoje curada, ele está compartilhando a imagem nas redes sociais para que outros pais fiquem atentos aos sinais do câncer e consigam identificar a doença rapidamente.

“Ela estava brincando no parquinho e adormeceu, mas na hora não dei importância. Izzy ficava cansada com frequência, tinha gripes, viroses e alguns hematomas nas pernas, mas, a princípio, achamos que eram coisas normais da infância, só depois percebemos que era algo mais sinistro”, diz o pai ao site Daily Mail .

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Diagnóstico do câncer

Aparecimento de uma erupção cutânea e cansaço excessivo foram sintomas que ajudaram os pais a identificar o câncer
Arquivo pessoal
Aparecimento de uma erupção cutânea e cansaço excessivo foram sintomas que ajudaram os pais a identificar o câncer

Alguns meses depois do dia brincando no parquinho, os pais perceberam que uma estranha erupção cutânea surgiu na perna de Izzy. Eles associaram o sinal ao cansaço excessivo retratado na foto de meses atrás e decidiram levar a filha ao hospital.

“Quando ela foi diagnosticada com leucemia ficamos em choque”, fala. “Foi um tempo de muita incerteza. Um familiar nosso morreu de leucemia há cinco anos, então foi uma época assustadora. Não sabíamos o que iria acontecer naquele estágio ou o que o futuro reservava”.

Felizmente a criança foi diagnosticada no início da doença e não teve complicações durante o tratamento. Apesar disso, ela ainda precisou receber 570 doses de quimioterapia para enfrentar a leucemia.

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Dave conta que atualmente a filha está com quatro anos de idade e a quimioterapia não é mais necessária, porém, ainda toma remédios para que o câncer não volte. “Ela cresceu muito rápido e foi submetida a remédios os quais não gosta, mas tem vencido todos os obstáculos”, finaliza Dave.

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