Magô Tonhon e Rapha da Cruz são as primeiras maquiadoras trans a assinar a beleza de um desfile na Casa dos Criadores
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Magô Tonhon e Rapha da Cruz são as primeiras maquiadoras trans a assinar a beleza de um desfile na Casa dos Criadores


O Dia da Visibilidade Trans celebra nesta sexta-feira (29) a reflexão sobre a vida de pessoas travestis, homens e mulheres transexuais e não-bináries (que não se reconhecem nem como homem nem como mulher). A data foi escolhida para ser no mesmo dia do lançamento da campanha de 2004 "Travesti e Respeito", feita pelo programa Nacional de IST/HIV do Ministério da Saúde, e é um marco para o movimento. 


Selecionamos algumas matérias emblemáticas publicadas pelo iG Delas  em que valorizam a vida e o trabalho de nossas entrevistadas. Confira: 

Magô Tonhon e Rapha da Cruz 


Magô Tonhon e Rapha da Cruz são as primeiras maquiadoras trans a assinar a beleza de um desfile na casa dos criadores
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Magô Tonhon e Rapha da Cruz são as primeiras maquiadoras trans a assinar a beleza de um desfile na casa dos criadores











As maquiadoras Magô Tonhon e Rapha da Cruz  contam suas experiências dentro do mundo da moda como mulheres trans. Desde assinar a beleza de um desfile até a transfobia dentro do Fashion Week, em São Paulo.

Leandrinha DuArt

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Leandrinha DuArt
Divulgação
Leandrinha DuArt


Leandrinha DuArt  é  ativista pelos direitos das pessoas trans e com deficiência.  Ela tem 25 anos e começou a ganhar destaque nas redes sociais em 2017, quando passou a publicar sua rotina e falar sobre a própria  sexualidade. 

Bruna Andrade 


Bruna Andrade
Divulgação
Bruna Andrade


Bruna Andrade  trata sobre a transfobia em relacionamentos. A entrevista foi feita na época que a cantora Marília Mendonça fez comentários transfóbicos durante uma live, em 2020. Ela falou sobre o tema e como frases assim só incentivam o preconceito.

Katryna MalBem

Katryna Malbem
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Katryna Malbem










Quando Katryna MalBem , 20 anos, se afirmou como mulher transexual, há seis anos, foi um choque geral na Reserva Indígena de Dourados, no Mato Grosso do Sul – que tem as aldeias Bororó e Jaguapirú. “Eu fui a primeira transexual da aldeia. As pessoas não sabiam o que era e não entendiam”, conta ao Delas. Mas, ela abriu espaço para outros LGBTQIA+ na reserva.  


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