Angélica revelou que é adepta dos brinquedinhos sexuais. Em um vídeo para o canal do YouTube de Sabrina Sato, a apresentadora contou que usa o vibrador e defendeu que ele é uma ferramenta para a mulher se autoconhecer. "Tem uma coisa que a maturidade traz que é a segurança. Eu me sinto melhor hoje emocionalmente, intelectualmente e sexualmente. É você se conhecer. Eu acho que a para a mulher se autoconhecer, esse autoconhecimento passa pelo vibrador, passa por falar disso", ela falou. 

Angélica
Reprodução/Instagram
Angélica fala sobre o uso dos vibradores

A loira também disse que, ao contrário dos homens, as mulheres não são estimuladas a se tocarem e a masturbação feminina acaba sendo um tabu e algo reprimido. "Você precisa se tocar, precisa se sentir. Hoje a gente fala tanto em emponderamento feminino, da liberdade, e isso é fundamental falar", argumentou. 

Segundo Angélica explicou, esse tabu sobre a mulher conhecer seu próprio corpo é fruto do machismo, que não interfere apenas na vida íntima da mulher, mas em diferentes áreas da sociedade. "Durante muito tempo e ainda é essa pressão. Não só sexualmente, mas em muitas áreas é o patriarcado em cima da mulher, sexualmente e no trabalho. A gente vê que ainda existe muito isso. Isso tudo faz parte desse conhecimento, o vibrador e todas as outras formas de você se conhecer são importantes. São ferramentas fundamentais", disse. 

A esposa de Luciano Huck falou que os vibradores podem ser importantes na vida a dois também. A apresentadora disse que os homens precisam parar de ver o brinquedo sexual como um inimigo. "O homem, coitado, no machismo que ele foi criado também foi castrado da sensibilidade dele. Ele compete com o vibrador porque ele tem que ser o cara. Isso tudo é muito triste para o homem também, eu acho que a gente pode ajudar nossos maridos a se sentirem melhor, porque quanto mais o homem te conhece mais ele te dá prazer e vice-versa", analisa. 

Por fim, Angélica falou que enxerga uma mudança ao longo do tempo em como as questões sobre a sexualidade feminina são tratadas. Ela disse que já percebe uma mudança na abordagem desses assuntos de quando era mais nova para os dias de hoje e espera que quando sua filha for adulta isso tenha mudado ainda mais. "Eu acho que nosso trabalho é abrir esse caminho para elas. Vibrador é vida!", concluiu.


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