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Natália Araújo, conhecida como  Natinha, teria voltado com o ex-namorado,  João Pedro, após expor uma traição dele, há um mês. Na ocasião, a jogadora de vôlei surgiu aos prantos para falar sobre o caso extraconjugal do companheiro.

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 “Ele é um lixo. Para que todos vocês saibam aqui, pra não ficar lá pagando pau para ele, não. Não paguem pau pra homem lixo, sem vergonha”, disse. Agora, o casal parece ter encontrado um novo caminho, e o suposto caso de infelidade do massagista foi indicado apenas como um mal-entendido.

A suposta reconciliação entre o casal deu o que falar nas redes sociais. A última postagem da atleta foi invadida por comentários críticos. O caso de Natinha do vôlei e o namorado levantou debates sobre a reconciliação após casos de traição. 


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Para entender mais, iG Delas conversou com o especialista em relacionamentos Henri Fesa, que ressalta as chances para reatar um relacionamento após uma crise. De acordo com ele, exige mais do que apenas amor.

"É preciso maturidade, autoconhecimento e comprometimento mútuo", reforça. Fesa ainda ressalta que "perdoar não significa esquecer, mas sim compreender o que levou ao erro e estabelecer novos acordos para evitar repetições".


Por isso, o perdão genuíno deve ser acompanhado de mudanças concretas. Do contrário, a relação não será reconstruída com solidez. Outro ponto fundamental é a reconstrução da confiança.

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Para que uma reconciliação funcione, é essencial que ambas as partes estejam dispostas a se abrir emocionalmente e a criar novos pactos dentro da relação. "O amor pode ser renovado quando há comprometimento e transformação", pontua Fesa.

Natinha e João Pedro compartilharam fotos no mesmo local, em São Miguel dos Milagres (AL).
Andressa Fischer
Natinha e João Pedro compartilharam fotos no mesmo local, em São Miguel dos Milagres (AL).


Por fim, Henri avalia que a reconciliação também pode ser uma oportunidade de aprendizado e crescimento pessoal. Para isso, é preciso encarar os erros, dialogar sobre expectativas e respeitar os sentimentos do outro. Essas atitudes fortalecem não apenas a relação, mas também o indivíduo.

"Independentemente do desfecho, a decisão de seguir em frente – juntos ou separados – deve sempre estar alinhada ao bem-estar e à felicidade de cada um", finaliza o especialista.

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