Lustres e luminárias dão um toque a mais na decoração

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Uma luminária bem posicionada pode fazer toda a diferença em um ambiente. De cristal, vidro ou até mesmo de tecido, elas podem transformar um cômodo seja pelo design inovador ou pelo tipo de iluminação que proporciona. “Em um projeto, você sempre leva em consideração a luz geral e, depois, as luzes pontuais”, explica o arquiteto Leonardo Junqueira.

Quando se trata de luminárias clássicas, os candelabros reinam absolutos. Na Casa Cor 2010, vários profissionais optaram por esse tipo de lustre rebuscado na hora de compor os espaços. No antiquário de Carlos Lima, por exemplo, diversos candelabros de cristal Baccarat dão clima barroco, remetendo a palácios.

O restaurante brasileiro de Jayme Bernardo também usou dois grandes candelabros de cristal. Projetados pelo designer francês Philippe Starck, os lustres contrastam com a decoração quase minimalista do ambiente em preto e verde escuro.

A arquiteta e designer de interiores Sueli Adorni também se rendeu aos cristais, mas de uma maneira diferente. “Os lustres são plafons exclusivos, com folhas de cristal”, explica Sueli. De forma mais irreverente, o arquiteto Marcelo Queiroz usou lustres em forma de borboleta, cobertos por cristais âmbar, para homenagear o urbanista Lúcio Costa. “Ele nunca imaginou um avião na planta de Brasília, mas sim, uma borboleta, por isso as luminárias”, diz Queiroz.

Materiais e tamanhos inusitados

Outros materiais inusitados estão presentes nas luminárias da Casa Cor. Na Bookstore de Gerson Dutra de Sá e Ana Lucia Salama, uma peça de tecido colocado sobre um cavalete forma uma luminária contemporânea, que recebe os visitantes e cria clima descontraído.

Já na suíte criada por Consuelo Jorge em homenagem ao jogador Raí, as luminárias não chamam tanto a atenção pelo design, mas, sim, pelo tamanho. Enormes e na cor gelo, elas roubam a cena e proporcionam um excelente ambiente de leitura.

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