Gestantes ainda têm dificuldade de procurar atendimento psicológico após aborto
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Gestantes ainda têm dificuldade de procurar atendimento psicológico após aborto

Um abalo como o aborto é capaz de gerar muitos traumas e problemas psicológicos, e diante de um evento como este é importante buscar atendimento piscológico especializado para tratar a questão de forma correta, evitando o desenvolvimento de problemas de saúde mental, como surtos de pânico, ansiedade e depressão.

Nem sempre é fácil dar este passo e buscar a ajuda psicológica - que ainda sofre estigmas no Brasil. Um estudo da fabricante especializada em produtos para a saúde feminina Farmivita aponta que somente 22% das brasileiras que já sofreram uma perda gestacional buscaram atendimento psicológico.

Dentre elas, a maior procura por atendimento foi entre as mulheres dos 30 aos 39 anos, resultando em 24% das participantes. Dessas mulheres, 80% concorda que o atendimento é relevante para tratar a situação.

Os dados também apontam que o Acre é o estado onde mais mulheres buscaram ajuda psicológica, seguido de Espírito Santo, Alagoas, Amazonas e Rio Grande do Norte. Já Goiás é o estado que aparece no fim da lista.

Em relação às perdas gestacionais, 27% das entrevistadas afirmaram já terem sofrido aborto, sendo a faixa etária de 35 a 39 anos com a maior incidência, representando 41% do total.

O Amapá encabeça a lista, com 45% das mulheres, seguido do Acre (36%), Distrito Federal (32%), Amazonas (31%) e Tocantins (30%). Roraima apresenta o menor índice, com 21%.

A Farmivita ouviu mais de 4.700 brasileiras entre 25 de abril e 3 de maio de 2022.

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