Priscila Machado antes da consulta (esquerda) e depois (direita)
Arquivo pessoal
Priscila Machado antes da consulta (esquerda) e depois (direita)

Não se sentir confortável em usar uma cor por achar que ela te deixa mais amarela, pálida ou mais velha é mais comum do que imaginamos.  Para situações como essa, a colorimetria promete ser uma solução! Saber a paleta de cores correta e a tonalidade da sua pele ajuda a mudar todo o visual e o aspecto do rosto e corpo. É isso o que faz a colorimetria. 

A colorimetria é um estudo de coloração pessoal. O método encontra as cores que valorizam e acentuam os melhores pontos e até “rejuvenescem” cada pele que passa pela consulta. “Através de tecidos coloridos que colocamos logo abaixo do rosto, para analisarmos o efeito que cada cor causa na pele da pessoa”, explica a expert em imagem visagista Ana Villega. 


As pessoas que procuram a colorimetria buscam descobrir os tons que harmonizam com a paisagem pessoal, com a beleza, para que os looks fiquem mais harmônicos, como explica Cristine Bobsin, especialista em coloração pessoal.

As especialistas ressaltam que essa harmonia na paisagem da pessoa também suaviza a textura da pele e valoriza os traços, trazendo assim uma aparência mais saudável, disfarçando algumas manchas e imperfeições, suavizando as olheiras e marcas de expressão. 

A divisão de cores é feita nas quatro estações do ano: verão, outono, inverno e primavera. "Eu trabalho com o método de sazonal expandido, que foca nas estações, sendo que cada uma dessas é subdividida em três. Então, temos doze cartelas de coloração pessoal”, diz Bobsin. 

A consulta é indicada para qualquer pessoa que quer entender mais sobre como utilizar  as cores em seu favor. Os valores da análise podem variar de  R$ 500 e R$ 6 mil.


O processo da consulta  


As especialistas explicam que o processo da consulta é feito em etapas. Primeiro, é necessário entender o desejo da cliente e o que ela quer encontrar com a colorimetria. O segundo passo é observar a temperatura da pele. 

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“Analisamos a temperatura da pele, que pode ser quente, fria ou neutra, depois intensidade, se suave ou intensa e por último profundidade, se harmoniza melhor com as cores mais claras ou escuras. Assim sabendo o TIP, indicamos as cores que mais harmonizam com a beleza natural de cada um”, conta Villega. 

A diferença dessas tonalidades de pele não é a temperatura em si, mas a intensidade e profundidade. Segundo Villega, as peles frias têm mais hemoglobina e um subtom mais avermelhado/rosado, acinzentado ou esverdeado. Já as quentes possuem maior quantidade de caroteno, com um subtom amarelado/alaranjado. 

Também tem a pele oliva, que parece ser quente, mas, na verdade é fria. "Essa pele é bem comum de encontrar. Na hora em que você coloca as cores, consegue identificar que ela é fria. Chamamos a pele oliva de falsa quente", conta Bobsein. 

A partir disso, as cores e substons são selecionados e as amostras comparadas às peles das clientes. Bobsein conta que também entrega um dossiê com materiais que ajudam a cliente a entender melhor das cores que vão favorece-la.

Priscila Machado depois da consulta de colorimetria
Arquivo pessoal
Priscila Machado depois da consulta de colorimetria


As especialistas contam que os feedbacks de quem realmente aplica o método no dia-a-dia são sempre bons e que a diferença é notável. A consultora de beleza Priscila Machado, 27, passou pelo processo e conta que sempre teve bastante vontade e curiosidade de fazer a consulta.

Para ela, o resultado surpreendeu bastante. "Eu acreditava que já usava cores que me favoreciam e descobri que não, eu achei incrível", conta. Para ela, o método foi eficaz e fez diferença no tom de pele. 

"Pessoas próximas a mim me diziam como eu estava diferente. Eu me senti mais empoderada com isso. As cores mudaram muito a minha percepção em relação a roupas e maquiagens. Sou mais segura e mudou a minha autoestima", completa. 


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