Fabiana Justus, com as gêmeas Sienna e Chiara, de 5 anos, e o caçula Luigi, de 8 meses
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Fabiana Justus, com as gêmeas Sienna e Chiara, de 5 anos, e o caçula Luigi, de 8 meses

Mãe das gêmeas Sienna e Chiara, de 5 anos, e de Luigi, de 8 meses, Fabiana Justus usou as redes sociais na terça-feira (28) para refletir sobre as mudanças de comportamento que as filhas tiveram durante o tempo em que ela precisou ficar ausente, devido à internação.

Interagindo com os seguidores, a podcaster comentou sobre a relação das meninas com o irmão mais novo, e afirmou que elas não tiveram ciúmes a princípio, mas que o sentimento começou conforme o bebê foi crescendo e interagindo mais na rotina da família, sendo agravada pelo tempo em que Fabiana precisou passar no hospital - ela descobriu a doença pouco tempo depois de dar à luz Luigi, em agosto de 2023

Fabiana fala da experiência de ter filhos em fases diferentes, pois estava habituada a conviver com as duas irmãs passando pelas mesmas fases ao mesmo tempo, e agora, com o terceiro filhos, é como se estivesse tendo sua segunda experiência.

Ela contou uma situação em que estava colocando Luigi para dormir, e aí, quando ele acabou de pegar no sono, as meninas bateram na porta para chamar a mãe - em busca de atenção - e acordaram novamente o bebê, o que a fez demorar mais tempo.

"O fato de eu ter ficado no hospital, longas internações, não ajudou. Elas sentiram bastante e ficam com essa sensação de querer estar comigo porque fiquei muito tempo fora. Isso também agrava a situação do ciúme", disse a influenciadora.

"Eu sinto que elas ficam com essa sensação de querer estar comigo. Ao longo do tempo, isso está melhorando. No começo, até pensei se elas precisariam fazer alguma psicóloga, porque, queira ou não, tudo que aconteceu afeta todo mundo da família, inclusive elas",

"Ao longo do tempo, isso está namorando. No começo, até pensei se elas precisariam fazer alguma psicóloga, porque, queira ou não, tudo que aconteceu afeta todo mundo da família, inclusive elas",

Em seguida, ela analisou como cada uma das meninas lidou com os acontecimentos. "Uma lidou melhor do que a outra com as emoções, uma soltou mais as emoções enquanto eu estava no hospital, a outra acabou não soltando tanto. Ela soltou mais quando eu já estava aqui, o que é super normal, se nem adulto sabe lidar direito com as emoções, quem dirá uma criança de cinco anos", completou.

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