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Além de se expandirem conforme a criança cresce ou se move, as roupas diminuem gastos dos pais e reduz excessos de produção da indústria

Quem tem filhos sabe que comprar roupas pode ser um verdadeiro desafio, principalmente durante os primeiros anos de vida da criança. Isso porque eles crescem realmente muito rapidamente e, quando bebês, as peças chegam a servir no corpinho dos pequenos por meros meses. Quando há uma criança mais velha na família, ainda pode rolar aquele empréstimo de peças antigas, mas, normalmente, essa é uma das partes mais caras de ter um filho.

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Pensando no quão rápido as crianças perdem roupas, o designer criou peças que crescem junto com elas
Divulgação/Petit Pli
Pensando no quão rápido as crianças perdem roupas, o designer criou peças que crescem junto com elas

Após comprar roupas apropriadas para a idade do sobrinho e ver que ele já estava quase grande demais para usá-las, o designer britânico Ryan Yasin teve uma ideia: criar peças que “crescessem” junto com as crianças. Yasin, que, segundo o veículo britânico “The Sun”, estudou engenharia aeronáutica e arte, utilizou materiais que tornam as roupinhas leves, recicláveis e até à prova d’água.

Roupinha-origami

O designer conta ainda que, antes de seguir com a ideia, desenvolveu protótipos e testou nas crianças da família. “Eu testei [o protótipo] no meu sobrinho e na minha sobrinha e ambos amaram, então minha irmã disse que eu tinha algo em mãos e eu decidi ir adiante de verdade”, afirma. Segundo ele, a invenção é uma saída para pais que costumam comprar peças grandes demais para que “durem” mais tempo e acabam vestindo as crianças com coisas largas, desconfortáveis e que atrapalham os pequenos.

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De acordo com o site da “Petit Pli”, nome escolhido para a marca (que deve começar a vender as peças em alguns meses), ao contrário de peças convencionais, as roupinhas podem ser usadas por crianças dos quatro meses até os três anos de idade, já que se dobram e desdobram dependendo do tamanho e dos movimentos da criança.

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A invenção, por sua vez, contribui não apenas para o bolso dos pais, mas para a sustentabilidade. No site, a marca afirma que o problema da indústria da moda não é necessariamente o uso de materiais sintéticos, mas o consumo exacerbado, que torna necessária uma superprodução desse material. “A maior parte das roupas para chuva no mundo é feita de material sintético, nós só providenciamos uma forma inteligente de usar menos esse material”, diz o site.

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