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No Dia da Mulher, o Delas sugere uma reflexão sobre o respeito que cada mulher pode ter pela outra após a polêmica com Juliana Reis e sua experiência com a maternidade


#MinaRespeiteasMinas: No mês da mulher, que tal mais solidariedade?
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#MinaRespeiteasMinas: No mês da mulher, que tal mais solidariedade?


É Dia Internacional da Mulher e o Delas faz um convite: que tal refletir sobre o respeito que a gente tem uma pela outra? Topa? O que pode mudar se, quando uma mulher diz o que pensa, o que passa e o que sente, a solidariedade preceder qualquer julgamento? Sofrer calada e sozinha com seus medos e inseguranças não faz de nenhuma mulher alguém mais forte, pelo contrário, pode fazer dela alguém ainda mais invisível.

Em busca desse respeito, criamos a hashtag #MinaRespeiteasMinas  e reunimos algumas histórias que são pura inspiração para este 8 de março. 

Um papo franco (e exclusivo!) sobre feminismo com Jout Jout

Jout Jout Prazer ao Delas
Arquivo pessoal
Jout Jout Prazer ao Delas


"Não queria levantar bandeira, não entendia o que era ser feminista"

Julia Tolezan, do canal "Jout Jout Prazer", acaba de se tornar embaixadora do Youtube ao lado de outras influenciadoras da internet e tem como objetivo apoiar e empoderar mulheres na web. O projeto reúne dez vídeos publicados na plataforma neste mês de março. Leia mais aqui .

Uma conversa com uma mulher corajosa

Manoela Gonçalves e o filho, Manolo
iG Delas
Manoela Gonçalves e o filho, Manolo


"Era condicionada a ser mais uma mulher submissa que acatava o que diziam"

Fachada colorida, grafitada e decorada com mosaicos, ausência de campainha e portão aberto, itens que fogem do padrão das casas tradicionais, mas que caracterizam a Casa das Crioulas, um lugar que luta para promover o protagonismo, a autonomia e o fortalecimento da mulher. 

A Casa foi criada por Manoela Gonçalves, uma mulher que (como tantas outras) estava acostumada com a rotina do mercado de trabalho e que (também como tantas outras) se tornou mãe solteira, mas que (como poucas) se questionou e buscou uma opção para ficar perto do filho. Leia mais aqui .

Uma conversa sobre Feminicídio

Um ano da lei do Feminicídio
Getty Images
Um ano da lei do Feminicídio


"Estupros eram no escuro, no beco; agora são coletivos, em público"

Há um ano, entrou em vigor a lei 13.104/15, que alterou o código penal para incluir mais uma modalidade de homicídio qualificado, o feminicídio: quando crime for praticado contra a mulher por razões da condição de sexo feminino. "Temos que falar em feminicídio e traçar as diretrizes de investigação desse crime. A crueldade contra a mulher cresce e se espalha quando não debatemos o que está acontecendo. Antigamente, os estupros ocorriam no escuro, no beco, no anonimato; agora são coletivos e em público", alerta Aparecida Gonçalves,  secretária nacional de enfrentamento à violência contra a mulher. Leia mais aqui .

Uma história sobre mães de crianças especiais

Kiki e o filho, Renato
Arquivo pessoal
Kiki e o filho, Renato


"As pessoas queriam ajudar porque achavam que estava espancando meu filho"

A vida da mãe de uma criança com paralisia cerebral com certeza não é fácil - e não é só pela deficiência. É também pelos efeitos colaterais fortes de remédios e, entre outras coisas, pelo julgamento de algumas pessoas que não imaginam o que aquela mãe passa.

Esse é o caso de Kiki Marinho, mãe de Renato, de 7 anos, que sofre da paralisia. Ela usou seu perfil em uma rede social para relatar uma situação que viveu em um shopping de Recife, onde ela vive com o garoto. Leia mais aqui .

Um relato sobre uma experiência surpreendente e emocionante

Amanda Fabro aparece em foto poucos dias antes de dar à luz
Arquivo pessoal
Amanda Fabro aparece em foto poucos dias antes de dar à luz


"Descobri que estava grávida dando à luz no banheiro"

A vida da jovem estudante de direito Amanda Fabro, de 21 anos, era tão comum quanto a de qualquer mulher da sua idade. Durante nove meses, ela frequentou a faculdade, passou apuros no transporte público de São Paulo, fumou, bebeu, namorou, tomou anticoncepcionais sem saber que esperava um bebê. Leia mais aqui .

Duas histórias sobre sexo e virgindade no século XXI

Nathaly tem 19 anos e diz ter perdido a conta de com quantos homens transou
Reprodução
Nathaly tem 19 anos e diz ter perdido a conta de com quantos homens transou


Sexo quando tem vontade ou só após o casamento? Os dois extremos dessas escolhas

Amanda e Nathaly são duas jovens: uma escolheu esperar para transar só após o casamento, a outra cede todas as vezes que tem vontade. Mas uma respeita a escolha da outra. Leia mais aqui .

A história de uma jovem que largou tudo e caiu no mundo

Rafaela Carvalho em seu primeiro destino: Budapeste, na Hungria
Arquivo pessoal
Rafaela Carvalho em seu primeiro destino: Budapeste, na Hungria


Assédio e aprendizado: histórias de uma mulher viajando o mundo sozinha

Aos 25 anos e depois de perceber que não havia nada que a prendesse no Brasil, Rafaela Carvalho decidiu viajar pelo mundo. Após se formar em jornalismo, trabalhava como freelancer e tinha juntado dinheiro enquanto fazia faculdade: “Nunca tinha feito nada por mim. A minha vida toda eu tinha vivido dentro do roteiro”.

Foi, então, que ela tomou a decisão drástica de viajar sem data certa para voltar: “Percebi que, na verdade, o roteiro não existia e tenho de escrever a minha própria história”. Leia mais aqui .

Uma reflexão sobre educação 

Unesco indica realidade das meninas nas escolas
Getty Images
Unesco indica realidade das meninas nas escolas


Quase 16 milhões de meninas entre 6 e 11 anos nunca irão à escola, diz Unesco

De acordo com levantamento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), quase 16 milhões de meninas entre 6 e 11 anos nunca irão à escola. O número é duas vezes maior que o de meninos. Leia mais aqui .

A aceitação com o próprio corpo e o fim do preconceito

Isabel Pantoja Vazquez
Arquivo pessoal
Isabel Pantoja Vazquez


"Não tenho vergonha de expor minhas curvas. O olhar alheio não me importa mais"

A coordenadora de recursos humanos Isabel Pantoja Vazquez já foi magra e não se sentia feliz. Depois, engordou, tentou diversas dietas, mas sempre se sabotava no meio do caminho. Agora, após dois anos de terapia, aprendeu a se aceitar. "Antes eu pensava que, se fosse magra e bonita, não seria considerada inteligente. Hoje entendo que posso ser o que quiser", conta Isabel. Leia mais aqui .

Uma luta pelo parto adequado pra todas

Ana Carolina é defensora do parto humanizado
Arquivo pessoal
Ana Carolina é defensora do parto humanizado


“O nome ‘parto humanizado’ nem deveria existir, já que todos deveriam ser assim”

Cesárea ou parto normal? Projeto defende parto adequado para cada situação, apenas com intervenções necessárias. Leia mais aqui .