Projeto foi criado na pandemia para aproximar a população negra do yoga
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Projeto foi criado na pandemia para aproximar a população negra do yoga

Nesta segunda-feira (21), é celebrado O Dia Internacional do Yoga, uma atividade que ganhou ainda mais projeção desde o ínicio da pandemia. Uma das pessoas que repensou a pratica quando começou o isolamento foi Tati Cassiano, que há um ano e três meses decidiu criar o projeto Ubuntu Yoga, focado em mulheres pretas.

Hoje o projeto conta com 40 mulheres que podem se beneficiar da melhora na saúde não apenas corporal quanto mental que a yoga proporciona, de forma gratuita. Muitas dessas mulheres não investiam na atividade por não acharem que era para "pessoas como elas" e, exatamente por conta disso, Tati decidiu criar esse projeto especialmente para mulheres negras.

"O Ubuntu Yoga nasceu no meu coração, em 2019, quando identifiquei a importância do Yoga na minha vida. Fui estimulada a compartilhar com outras mulheres negras pelas amigas Suellen, Suzana e Suzane Massena, com a ideia de criar um grupo de mulheres negras para praticar AcroYoga nos parques de São Paulo e orientá-las", contou Tati ao site Mundo Negro.

Além de ter como objetivo levar yoga para mulheres pretas, a idealizadora também faz questão que as aulas do seu projeto sejam acessíveis para todos os tipos de corpos.

"O respeito pela subjetividade de cada indivíduo, respeitando suas filosofias de vida e crença pessoal. Valorizamos a cultura e filosofia africana, fazendo ligações com essas filosofias a partir do olhar afrodiáspora e reconhecemos a origem do Yoga ser na Africa. Apesar de todas as facilitadoras oferecerem aulas de Yoga indiano", completou.

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