David Fuller em julgamento
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David Fuller em julgamento

Depois de 34 anos, David Fuller admite ter matado duas mulheres para fazer sexo com seus cadáveres. O necrófilo, hoje com 67 anos, espancou Wendy Knell e Caroline Pierce até a morte em seus apartamentos, na cidade de Kent, na Inglaterra, em 1987. Inicialmente, David se declarou culpado de homicídio culposo, alegando "responsabilidade reduzida". Quatro dias depois do início do julgamento, ele mudou a sua posição. Quando as acusações foram feitas a ele novamente, ele baixou sua máscara anti-Covid e respondeu "culpado" para ambos.

Ele só foi ligado aos crimes 30 anos depois porque o DNA de seu irmão foi adicionado ao banco de dados da polícia. Assim, foi realizado um teste com o irmão de David e verificado que o resultado era parcial com as provas obtidas nos locais dos crimes. Quando o necrófilo foi testado diretamente, os resultados foram positivos com vestígios encontrados nas meias de Caroline.

Wendy Knell, uma das vítimas
Divulgação/Kent Police
Wendy Knell, uma das vítimas


Caroline Pierce, uma das vítimas
Divulgação/Kent Police
Caroline Pierce, uma das vítimas

Depois dos dois crimes, David filmou a si mesmo fazendo sexo com diversos cadáveres em necrotérios aos quais tinha acesso em seu trabalho como eletricista de hospital. Após a prisão, policiais encontraram quatro drivers uma farta quantidade de imagens e vídeos do réu abusando de cadáveres.

As mortes de Caroline e Wendy estavam entre os casos de duplo homicídio não resolvidos mais antigos do Reino Unido. Ambas moravam sozinhas, em apartamentos térreos, a menos de um quilometro uma da outra, mas nenhuma conhecia a outra. Wendy foi encontrada morta em sua cama ensanguentada na manhã de 23 de junho de 1987, e Caroline desapareceu depois de ser deixada por um táxi em frente a sua casa em 24 de novembro daquele ano.

Além da pena dos assassinatos, David deve cumprir mais dois anos, no máximo, pelo abuso sexual dos cadáveres.

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