Entra em vigor hoje a lei que obriga o uso de dispositivos de retenção no transporte de crianças em carros de passeio. Crianças de até um ano devem ser transportadas no bebê conforto; as de um a 4 anos precisam de uma cadeirinha e as de 4 a 7 anos e meio devem andar em um assento de elevação, equipamento que exige cinto de segurança de três pontos no banco de trás. No entanto, a nova lei não vai se aplicar aos veículos que possuem apenas cintos de segurança com apenas dois pontos, a maioria fabricada até 1998. A orientação é que não sejam aplicadas multas nesses casos, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Isso pode excluir um terço da frota da aplicação da lei.
Vale lembrar que os carros com cinto de dois pontos estão dispensados apenas do uso do assento de elevação -- dispositivo usado para crianças de 4 a 7 anos e meio. O uso do bebê conforto (para bebês de até um ano) ou da cadeirinha (para crianças de um a 4 anos), dispositivos que não exigem cinto de três pontos, continua valendo, mesmo para a frota antiga.
De acordo com o órgão, esses veículos de passeio não serão obrigados a colocar o assento para transporte de crianças, conforme lei que entra em vigor hoje. As crianças deverão ser transportadas apenas com o cinto de segurança de dois pontos, colocado na região abdominal, segundo orientação do Denatran.
A exclusão se deu devido à inexistência de produtos certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). Em 1998, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou que veículos produzidos a partir de 1 de janeiro de 1999 no Brasil deveriam ter cinto de três pontos nos assentos dianteiros e nos assentos traseiros laterais, por conta da falta de segurança dos dispositivos de dois pontos.
(Com Agência Estado)
Atualizada em 1º/09, às 11h42
No minimo um tal de Renato q eu li o comentario dele deve ter carro novo, e é super imprudente no transito, pq a maioria dos acidente q tenho visto são com carros novos, até então estava desesperada até ver esta noticia pq tenho um carro 93 e os cintos são de 2 ponto e meu filho de 4 anos vai na pate de tras usando este cinto, e não encontrei cadeirinha pra ele pq está em falta e msm assim meu carro não prende como se deve prender, essa lei serve mais para arrancar dinheiro do povo brasileiro, assim como inspeção veicular q ao contrario do q este tal de Renato disse carro velho tbm faz...só pessoa hipocritas como tal pra pensar assim...afff
Responder comentário | Denunciar comentárioSerá que é mais difícil projetar um cinto para adaptar no banco do carro que projetar uma cadeira que vai ocupar mais espaço e aumento de custo, e não venham me dizer “se houver uma colisão e o banco for atingido?” Desta forma cadeirinha banco e o escambal vai tudo para cucuia. Prudência no volante é só o que falta. Por outro lado deve haver alguém ganhando por fora. Isso mais parece aquela obrigatoriedade do uso da caixinha de primeiro socorros. Aquilo foi uma forma de arrecadação e essa também parece ser outra. A propósito tenho cadeirinha para meu filho, mas fico pensando naqueles que não possuem condições. E como vou dar carona para uma amigo(a) com filho no colo que eu encontra na rua já que a cadeira já esta ocupada pelo meu filho? Esse pais de leis constitucionais ta cada dia inconstitucional
Responder comentário | Denunciar comentáriose no meu carro vai ter a seguranca exigida por lei, pq no transporte escolar q ele utiliza ele nao vai te r essa segurança???????????
Responder comentário | Denunciar comentárioSó poderia ser no Brasil mesmo!!! Como fica a segurança das crianças? O correto seria o Imetro fazer teste com cadeirinhas para cinto subabidominal, e as empresas começarem a fabricar essa cadeirinha. Sem contar nos casos de quem já comprou como eu, que iria fazer uma adaptação no meu veículo para cinto de 3 pontos, que é ilegal. Só quero garantir a segurança do meu filho que tem 3 anos. Mas aqui no Brasil fica difícil, se criam lei e não dão base para que possamos cumpri-las, mesmos que é muito mais que uma questão da Lei, é uma questão de amor!!!
Responder comentário | Denunciar comentárioInfelizmente a lei é necessária em virtude da grande quantidade de pais irresponsáveis, que transportam seus filhos no banco da frente, ou pior, no banco traseiro sem cinto, enquanto o pai, em decorrência de outra lei, usa o cinto e reduz a chance de se ferir.
Não haveria falta de cadeirinha no mercado se todos os pais a comprassema assim que seu filho nasce.
Ah! vale acrescentar que se há parcelamento para tvs, geladeira, fogão, etc, também há parcelamento para as cadeirinhas...
Alguem comentou em um outro site que a montadora cobrou 500 reais para instalar um cinto de três pontos. É algo a se considerar. E quanto a essa de carro velho provocar acidentes isso é preconceito, carro não provoca acidentes; motoristas bêbados, arrogantes e incompetentes, sim. E tem mais: meu carro é de 92, faço duas vistorias por ano-GNV e DETRAN-na do GNV tudo é observado, inclusive a emissão de poluentes e se não estiver de acordo não tem documentação!
Responder comentário | Denunciar comentárioExigir a proteção da criança é válido, mas por que não ser da forma mais barata? devia ser obrigatório o uso do cinto proporcional ao tamanho da criança. Todo carro deveria ter dois cintos, menor e maior, igual aos assentos sanitários que vc acopla o infantil dentro do adulto. Assim poderiam ser usados em ônibus, táxis, vans. Quanto ao assento de dois pontos poderia existir a lei para tornar obrigatório a todos. Muitos carros anteriores a 98 estão em péssimo estado, e como fazer? E as kombis de lotada, ainda em sua maioria não legalizada, terão a obrigação? E quanto a fiscalização, quem terá direito a fazê-la?
Responder comentário | Denunciar comentárioLamentável decisão. Como podemos aplaudir? A maioria da população que sofre algum acidente possui uma tendência em culpar o condutor do outro veículo envolvido, a distração do pedestre, a falta de sinalização nas vias públicas. Agora, quando o Poder Público cumpre seu papel de coercitivo para freiar uma triste estátistica, vem os críticos de plantão julgar como beneficiárias as empresas fabricantes, esquecendo da proteção necessária para nossos amados filhos. Sou Bombeiro do Estado do Rio de Janeiro.
Responder comentário | Denunciar comentárioComo sempre é mais uma lei com "dois pesos e duas medidas" em nosso País
Que Deus nos acuda, mais uma vez.
Mas o que pudermos fazer para garantir a segurança de nossos filhos é válido.
Tenho um veículo 1991, imagine só a situação se fosse ter que cumprir tudo que se exige no nosso código de trãnsito "haja adaptações".
Brasileiro só faz as coisas direito qdo mexe no bolso! Qdo se tornou obrigatório o uso do cinto nos carros e o acendimento dos faróis das motos mesmo de dia (apesar de hoje muitos motoqueiros por aí desrespeitarem isso), os motoristas só o fizeram c/ medo da multa e não pela segurança. O mesmo aconteceu na lei do bafômetro. Brasileiro tem medo de levar multa mas não tem medo de morrer num acidente de trânsito. Agora a lei das cadeirinhas: a maioria só está colocando nos carros c/ medo de levar multa e não pela segurança dos seus filhos. Tenho um carro q originalmente tinha cinto de 2 ptos na traseira e adaptei o de 3 p/ q meus filhos tenham maior segurança. Na Europa vi essa consciência nos motoristas, enquanto aqui... só mexendo no bolso mesmo!
Responder comentário | Denunciar comentárioAntes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!