Bonecas para elas e carrinhos para eles. Desde que nascemos, existe uma série de brinquedos nas prateleiras esperando por nosso interesse. No entanto, tudo que é rosa não foi feito para pertencer a um garoto e tudo que não tenha rosa como uma das cores não foi feito para pertencer a uma garota. Essa definição é tão antiga que nem pensamos em contestá-la, mas algumas crianças suecas decidiram desafiar essa rotulação e tudo que ela representa.
No ano passado a “Toys ‘R’ Us” (na tradução literal, “Brinquedos Somos Nós”), multinacional norte-americana de brinquedos, publicou um catálogo de Natal direcionado aos pais das crianças, para que estes escolhessem os presentes de fim de ano. No entanto, um grupo de estudantes suecos da 6ª série repreendeu a empresa por discriminação de gênero e a denunciou à Reklamombudsmannen (Ro), uma entidade criada para policiar o marketing e a publicidade do país e garantir que eles estejam de acordo com as ordens estabelecidas pela Câmara de Comércio Internacional (ICC).
De acordo com o jornal sueco The Local, o Ro emitiu um comunicado afirmando que os jovens da escola Gustavsland, da cidade de Växjö, veem no catálogo da empresa “papéis de gênero atrasados, onde meninos e meninas são mostrados brincando com diferentes tipos de brinquedos, mas os meninos são retratados como ativos e as meninas como passivas”. E não é com pouco conhecimento de causa que os estudantes adquiriram esta percepção. Segundo o professor do grupo explicou ao Smålandsposten, jornal local, a reclamação seguida de denúncia foi uma consequência de mais de dois anos de estudo dos alunos em cima dos gêneros e de como eles são retratados.
As crianças também deram sua palavra ao jornal, demonstrando sua percepção sobre o catálogo da “Toys ‘R’ Us”. O garoto Hannes Psajad, de 13 anos, declarou que estava preocupado com a mensagem da publicação e contou que ele e sua irmã sempre dividiram os mesmos brinquedos. “Garotinhas com coisas de princesa e, por outro lado, garotos vestidos de super-heróis. É óbvio que você é afetado por isso”, completou.
E não parou por aí. O Reklamombudsmannen analisou o caso, concordou com as crianças e emitiu uma reprimenda pública à grande varejista de brinquedos, alegando que no catálogo do Natal de 2008 da empresa realmente há discriminação de gênero. Em comunicado, o Ro completa: “O catálogo, em todas as suas páginas, retrata a escolha de brinquedos e jogos para crianças de uma maneira limitada, e esta exclusão de garotos e garotas para diferentes tipos de brinquedos é, em si mesma, degradante para ambos os sexos".
Pelo visto, agora as empresas terão de tomar mais cuidado ao desrespeitar crianças. Moa Averin, também pertencente ao grupo de alunos contra a discriminação de meninos e meninas, chegou a ressaltar ao jornal local a importância das crianças terem a possibilidade de serem quem elas quiserem, “mesmo se garotos quiserem brincar de princesa às vezes”.
A Suécia é um país depravado.\n\nNão conheço um outro povo que os supere em nível de decadência moral. De lá só sai essas exóticos exemplares do que existe de mais repugnante na ditadura do politicamento correto.
Responder comentário | Denunciar comentárioLuciana | 17/11/2009 20:24
Devia se informar, antes de fazer uma inferencia infundada e, eu diria, desrespeitosa. Educaçao, informaçao e diplomacia cabem em qualquer lugar, mesmo que seja pra fazer uma critica ;o)
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Bom saber que na Suécia as crianças as crianças são educadas, desde cedo, a reclamar por seus direitos e denunciar certos abusos na sociedade. Só é uma pena que tanta gente ainda ache isso um absurdo e chegam a citar Deus, em vão aliás, já que Ele tem mais o que fazer do que jogar raios nas cabeças dessas crianças.\n
Responder comentário | Denunciar comentárioHenry você tem todo direito de falar o que pensa,contudo seu discurso está baseado num modelo de sociedade patriarcal antiquado;olhe ao seu redor e verá que a sociedade cresceu e muito com a quebra do aparthaed de gênero,e as mulheres estão dominando setores antes só ocupados por homens,e o desenvolvimento economico continua aumentando!É uma questão além da sexualidade,é questão de direito e capacidade mental.Além disso o conteudo da reportagem não aborda o homosexualismo,para quem não entendeu estão falando de equidade.
Responder comentário | Denunciar comentárioNão vi nenhum problema com essa reportagem, contudo, vejo os pré-conceitos gritando na maioria dos comentários deixados. Isso é triste...
Responder comentário | Denunciar comentárioMulheres, no geral, são burras mesmo! Pois elas que sempre foram as educadoras, têm o poder de mudar a cabeça, ôca, da sociedade mas dão sempre a mesma educação machista e nojenta que todos recebem, principalmente os homens (filhos homens). \n\nE em babaquices como esta reportagem, ainda são todos superficiais, imediatistas e preconceituosos.\n\nBoa sorte!
Responder comentário | Denunciar comentáriopelo amor de Deus, agora estão usando crianças p/ promover o homossexualismo, isto é patetico, ridiculo, o garoto herois e a menina princesa o que tem de mal?????, o que querem moleques vestido de princesa e comprando barbie? e meninas comprando carrinhos e jogando bola de gude, meu não é iniciativa das crianças pode ter certeza, isso é coisa de gay pervertido, não ei demorar a pedofilia ser aceita como normal, pois a pessoa nasce assim né foi assim com os gays, esse mundo ta cada vez mais podre.
Responder comentário | Denunciar comentárioAndré Marinho | 16/10/2009 12:42
Sr. Eduardo, a Homossexualidade não está ligado a pedofilia ou a perversidade. \nE sim, essa iniciativa são por parte de Crianças. Diferente do nosso país, o ensino na Suécia é muito mais apurado e estruturado.\nNão há mal algum em meninos de super-heroi e meninas de bonecas... o que está em questão é a liberdade e o respeito a diversidade sexual. Será que o Sr. não conseguiu interpretar a reportagem?!\nE sim... há meninos que gostam de bonecas e meninas que gostam de bola de gude... e exatamente esta questão que deve ser respeitada.\nA Homossexualidade sempre existiu, porém a sociedade sempre se mostrou hipócrita e preferiu banalizar esta questão. O Homossexual é um cidadão que merece respeito e, assim como os Deveres, merece todos os Direitos como qualquer cidadão.\nO mundo está podre... mas estamos tentando mudar isso... por isso estamos aprovando leis e realizando movimentos, palestras, estudos contra pensamentos homofóbicos como o que o senhor expressa.
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Lila | 15/10/2009 19:34
Eduardo. O sr vive em que século?\nSe dependesse de ignorantes como vc, nós mulheres estaríamos presas dentro de casa, sem ter liberdade nenhuma.\nNinguém tá promovendo homossexualismo. Seu imbecil!\nJá brinquei de bola, joguei gude, claro que tb brinquei de boneca, e casinha, mas, já brinquei muito na rua.\nHoje sou casada com um homem incrível e tenho três filhos. Lhe asseguro que brincadeiras não definiram minha sexualidade.\nClaro que a brincadeira é iniciativa da criança.\nConcordo que exageros devem ser evitados.\nVocê é um homem BURRO e mal informado pois não entendeu o texto direito!\nDefinir brincadeiras seja elas não convencionais é definida pela criança e não por um "gay perveretido!\nA pedofilia meu caro, nunca será uma coisa considerada normal.\nNão são brincadeiras que são podres, é a cabeça de adultos que nem vc que é.\nMeu colega, já foi artilheiro de um time de futebol no colégio, hoje é lutador de vale tudo, porém, beija o namorado dele na boca pra quem quiser ver!\nVc é um homem digno de PENA! \nAcho que vc deve ser um baita GAYZÃO enrustido metido a machão!
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Eu e meu irmão tinhamos os mesmos briquedos! Ele brincava de casinha comigo , e depois eu brincava de bola com ele! Nem por isso ele virou Gay, por que ninguêm vira... , nasce! E no dia que todos entenderem isso, vão parar com esse preconceito idiota! Ps: Eu adorava brinca de Jaspion com ele, e eu era o Maguarem, e nem por isso deixei de ser mãe.
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