João Bidu

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Ana Melo
Menos mais: Estilo de vida minimalista

É como aquele ditado: Menos é mais. O estilo minimalista pode ser adaptado para cada pessoa e suas necessidades. Esse estilo de vida faz com que a gente pense na nossa forma de consumir, possuir e guardar coisas. 

Primeiramente, o estilo faz com que a gente reflita sobre o que nós guardamos em casa. Precisamos mesmo daquela cortina rasgada esperando concerto? Daquele vestido esperando um momento específico que nunca chega? Daquele sapato que está há meses guardado e nunca viu a luz do sol? O minimalismo faz com que a gente se questione sobre cada objeto guardado em casa.

A ideia é ficar somente com objetos que sabemos que são úteis e vão ter alguma funcionalidade, além dos objetos com valor afetivo também. Isso também vale para os livros que você não curtiu e mesmo assim guarda. Já pensou em vender, trocar ou doar? É uma boa ideia para fazer o objeto circular e dar a oportunidade de outras pessoas lerem e se identificar com a obra bibliográfica. Pense sobre e dê uma segunda chance para os objetos que podem ser doados para quem precisa. 

O minimalismo faz com que a gente pense no consumo consciente. Estamos comprando com a perspectiva de nos sentir bem com esse ato ou precisamos mesmo desse objeto? Se for a primeira opção, o objeto não é nem um pouco necessário. 

A nossa casa e os nossos pertences tem influência direta na gente, tanto no emocional quanto de forma energética. Quando os objetos estão parados, a energia não circula e acaba acumulando. Por isso, temos sempre que avaliar o que fica e o que sai. A energia da casa vai fluir melhor depois de ter feito essa limpeza, e estamos na época do ano perfeita para isso. Pensando nisso, separando um passo a passo para separar o que precisa ser jogado fora, doado ou vendido:

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Passo a passo para desapegar:

Separe todos os objetos que estão guardado em algum móvel da casa que ninguém mexe. Se nenhuma pessoa da casa mexe ali é porque não tem motivo para guardar!   Olhe seu guarda roupa e pense no que você mais usa, o resto você pode separar para doação, se estiver em boas condições, ou jogar fora. Não é fácil, sabemos, mas o peso que sai das costas é enorme depois que tira o volume de roupa que você nunca mais vai usar.   No caso de livros, separe aqueles que você sabe que não vai ler e nem consultar mais e coloque para doação ou venda. Grupos de troca de livros e sebos são ótimas opções para dar uma segunda chance para os livros. Bibliotecas públicas também aceitam livro de literatura em boas condições.    Olhe para cada canto da casa e veja o que está ocupando espaço e não está servindo para nada além de ocupar espaço. Se forem caixas com objetos dentro, veja o que tem dentro e se dá para doar ou jogar fora, caso contrário, escolha outro lugar para guardá-los.    Tente dar um destino para os objetos que serão doados o mais rápido possível, pois não adianta separar tudo e deixar em algum canto da casa esperando o santo dia. Aliás, assim também vai impedir que você mexa de novo no que foi separado para pegar algo que foi difícil desapegar mesmo que você saiba que não vai usar mais. 

Com essas dicas, é possível que você consiga separar algumas coisas para doar e ajudar quem mais necessita. Além de ver o volume enorme de coisas que estavam paradas sem alguma utilidade na casa. O bom é fazer esse passo a passo regularmente para tornar o ato de desapegar um hábito, pois nem sempre vemos de primeira o que vai ou fica porque ficamos dó de dar algumas coisas e ainda sobra uns apegos emocionais que não se enquadram em objetos afetivos. Desapega!

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