6 momentos emocionantes das mulheres nas Olimpíadas de 2024

De esgrimista lutando grávida até Simone Biles reverenciando Rebeca Andrade no pódio, as mulheres roubaram a cena nos Jogos Olímpicos

Foto: Lorraine Moreira
6 momentos emocionantes das mulheres nas Olimpíadas de 2024

As Olimpíadas de 2024 é delas! Esta é a primeira vez na história que o número de mulheres e homens nas competições olímpicas é igual, e o avanço abriu espaço para que elas brilhassem ainda mais. Não por acaso, as mulheres estão protagonizando os momentos mais emocionantes dos Jogos Olímpicos de Paris . Confira seis deles a seguir!


Grávida de 7 meses, esgrimista luta nas Olimpíadas

A esgrimista egípcia Nada Hafez competiu nos Jogos Olímpicos de Paris grávida de sete meses. Ela revelou a notícia em suas redes sociais , depois de derrotar uma adversária com melhor ranking e chegar às oitavas de final em sua terceira participação nos Jogos.

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“Três vezes ‘olímpica’, mas desta vez levando um pequeno ‘olímpico’!”, publicou no Instagram. “ O que parecia ser duas participantes… na verdade eram três ! Estávamos minha adversária, eu e meu futuro bebê”, acrescentou.

Simone Biles e Jordan Chiles reverenciam Rebeca Andrade

Rebeca Andrade é reverenciada no pódio por Simone Biles e Jordan Chiles/ Getty Images

Depois da ginasta Rebeca Andrade ganhar a medalha de ouro no solo , o Brasil ficou ainda mais emocionado ao ver a cena de Simone Biles e sua companheira de equipe dos EUA, Jordan Chiles, se curvando para a brasileira no pódio .

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“Acho que foi muito importante para aquele momento”, disse Simone Biles para o âncora da CNN Coy Wire. “Obviamente, era só eu e Jordan sendo eu e Jordan, mas sei que foi muito especial e foi muito impactante para as crianças verem isso. Você ganha com graça, você perde com graça .”

Céline Dion canta na cerimônia de abertura

Céline Dion faz apresentação nas Olimpíadas de 2024 @Olympics/Reprodução

Céline Dion se apresentou pela primeira vez após o diagnóstico da síndrome da pessoa rígida , em 2022, na cerimônia de abertura das Olimpíadas. Ela cantou L’Hymne A L’Amour , de Édith Piaf, e emocionou o público por conseguir mostrar seu talento mesmo com os efeitos da doença sobre suas cordas vocais.

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Larissa Pimenta e Odette Giuffrida e o espírito olímpico ao final da luta

Odette Giuffrida e Larissa Pimenta emocionam na fila pelo bronze nas Olimpíadas de Paris @europeanjudo/@judocbj/@larissapimentajudo/@odygiuffrida/@fijlkam_official/Instagram

As judocas Larissa Pimenta e Odette Giuffrida representaram o espírito olímpico após a luta pelo bronze nos Jogos de Paris. A adversária italiana perdeu para a brasileira e, com o final da luta, agachou para abraçar e falar com Larissa.

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Levanta, porque toda honra e toda glória você tem que dar para Ele “, repetiu Larissa as palavras de Giuffrida em uma entrevista ao Sport TV. “Eu apresentei Deus a ela. Antes da disputa, ela disse que independentemente de tudo, a glória seria de Deus. Sinto muito por ela, merecia muito também”, continuou.

Rayssa Leal é atleta mais jovem da história a ganhar duas medalhas olímpicas

Rayssa Lima emocionada durante a sua participação histórica nos Jogos Olímpicos de Paris Vadim Ghirda/AP/Reprodução

Quando Rayssa Leal conquistou o bronze no skate street , ela também quebrou um recorde mundial. Rayssa se tornou a mais jovem da história, entre homens e mulheres, a subir ao pódio em duas Olimpíadas diferentes.

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Beatriz Souza ganha primeiro ouro do Brasil

Beatriz Souza celebra medalha de ouro na Olimpíada de Paris Mike Egerton/PA Images/Getty Images

Primeira atleta a levar o ouro nas Olimpíadas de 2024, Beatriz Souza lutou quatro vezes no mesmo dia para ganhar a tão sonhada medalha . Ela havia sido eleita a melhor judoca de 2023, conquistado o bronze no mundial, o ouro no pan e o título do Grand Slam de Baku. A conquista olímpica emocionou os brasileiros e ainda mostrou que um corpo atlético vai muito além do que se imagina.

Tamires carrega adversária Albertina Kassoma após lesão

Tamires carregando a adversária lesionada até o banco de reservas Reprodução/Reprodução

Em outro momento de espírito esportivo, a jogadora de handebol Tamires carregou Albertina Kassoma, da Angola, após ela não conseguir deixar a quadra caminhando. Na ocasião, a equipe brasileira venceu por 30 a 19 e avançou na competição.


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