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Eleger a opção perfeita faz toda a diferença. Saiba como comprar o modelo mais indicado para cada ambiente

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O tapete deve estar em sintonia com a decoração do ambiente (projeto de Estela Netto)

Um bom tapete pode mudar completamente os ares de uma casa. A peça é responsável por garantir conforto, aquecer a morada e deixá-la ainda mais bonita. “É imprescindível. Todo lar deve receber modelos que estejam em sintonia com a decoração”, diz a arquiteta Renée Sbrana.

Escolher a opção ideal é uma tarefa simples, mas exige atenção. Há uma infinidade de cores, materiais, texturas e formatos disponíveis no mercado, o que pode causar dúvida no momento da compra. “Não entre em desespero. Vá com as medidas do espaço em mãos e analise qual se encaixará melhor em determinado cômodo”, afirma a arquiteta Marina Conde.

Não há mistérios. Segundo Renée, algumas lojas chegam a deixar que o cliente leve o tapete escolhido para casa para testar “in loco”. “Você pode ficar um dia com ele. É a melhor maneira de descobrir se aquele é o ideal.”

Confira outras dicas dos profissionais:

Equilibre as texturas
Segundo Marina, os modelos de náilon são ótimas escolhas, já que oferecem uma manutenção simples. “Além de ter uma grande variedade de cores e desenhos, também é excelente para quem tem crianças pequenas, pois é antialérgico”, comenta. Saber equilibrar as texturas em um único ambiente é outra atitude fundamental. “Não misture muitas tramas. Tente trabalhar com a mesma matéria-prima”, afirma Francesca Alzato, designer de tapetes e sócia-proprietária da By Kamy.

Não exagere nas texturas

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Estampas devem ser usadas com moderação, como no projeto da arquiteta Estela Netto

As estampas, de acordo com a arquiteta Estela Netto, devem ser usadas com moderação. “Os desenhos estão em alta, mas nem sempre são fáceis de combinar com a cortina e com o sofá. Cuidado com o exagero. Apenas uma peça deverá ser o destaque”, ressalta.

Na sala de estar

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Na sala, o tapete deve se enquadrar no espaço entre os sofás e as poltronas (projeto de Dado Castello Branco)

O modelo deve se enquadrar no espaço entre os sofás e as poltronas – deixe apenas 10 cm de sobra nas extremidades e sob o sofá. “A peça nunca pode ser menor”, alerta Renée. A textura é outro quesito que merece atenção. “Como recebemos muitas pessoas no ambiente, é importante pensar no conforto. Os de seda natural, bem macios, são ótimas escolhas”, afirma Francesca. Os fininhos são mais recomendados, pois facilitam o trânsito.

Na sala de jantar
O tapete deve ser resistente ao tráfego e oferecer fácil manutenção. Os modelos de fibras naturais são ótimas opções, pois absorvem melhor a sujeira. “Dê preferência aos tons mais escuros”, diz Francesca. O tamanho também é importante – deve ser igual ou maior do que a mesa. Passadeiras por baixo das cadeiras são bem-vindas.

Nos quartos

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No quarto, os tapetes felpudos e confortáveis são mais indicados

Se em ambientes com alto tráfego os tapetes fininhos são mais indicados, nos quartos, os felpudos reinam pelo conforto que oferecem. O tamanho e a forma de dispor os modelos podem variar. É possível colocá-lo sob a cama e deixar 50 cm de sobra de cada lado. Também vale optar por tapetes pequenos nos três lados da cama (laterais e pé). “As passadeiras são boas opções”, diz Francesca.

No banheiro
Os mais recomendados são aqueles que exigem pouca manutenção e têm alta durabilidade. Os de poliéster e os de vinil são boas ideias. O tamanho deve ser escolhido de acordo com as proporções do ambiente.

Manutenção
Em todos os casos, é fundamental limpar o modelo corretamente. Uma lavagem anual e um banho de sol a cada três meses é recomendável. Mude, ainda, o tapete de lugar com frequência para evitar que a peça fique desgastada em determinadas áreas. 

Leia também: Tapetes em todos os cômodos! Saiba como usá-los sem erros

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