Corte em camadas
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Corte em camadas

Escolher um corte de cabelo vai muito além de seguir tendências. Na prática, a decisão passa por entender o formato do rosto, o tipo de fio e, principalmente, a imagem que você quer transmitir.

Quando esses fatores entram na conta, o resultado costuma ser mais harmônico e também mais fácil de manter no dia a dia.

Segundo o hairstylist Carlos Rabelo, educador do Werner Coiffeur, a beleza em 2026 segue um caminho mais personalizado. “O corte ideal é aquele que respeita a individualidade. A técnica continua sendo essencial, mas o olhar estratégico sobre cada cliente faz toda a diferença”, explica.

A seguir, veja como escolher o corte ideal de acordo com o seu formato de rosto:

Rosto redondo: alongar é o segredo

Isis Valverde
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Isis Valverde


Se a ideia é equilibrar as proporções, cortes que criam uma sensação de alongamento são os mais indicados.

Comprimentos médios e longos, com movimento e menos volume nas laterais, ajudam a afinar o rosto. O long bob abaixo do queixo, camadas leves e a frente levemente repicada são boas apostas.

Referências como Isis Valverde e Paolla Oliveira mostram como linhas mais verticais deixam o visual mais sofisticado.

Franjas laterais ou abertas também funcionam bem. Já cortes muito retos na altura do queixo podem ampliar a sensação de largura.

Rosto oval: liberdade total

Veja os looks usados pelas brasileiras no Festival de Cannes
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Veja os looks usados pelas brasileiras no Festival de Cannes


Considerado um dos formatos mais versáteis, o rosto oval combina com praticamente tudo, do bob clássico ao pixie mais despojado.

Exemplos como Grazi Massafera e Taís Araújo mostram como é possível variar entre comprimentos e texturas sem perder harmonia.

Para 2026, cortes com movimento e leveza ganham destaque, unindo estética e praticidade.

Rosto quadrado: suavizar os traços

A atriz em 2016 e 2021
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A atriz em 2016 e 2021


Aqui, o objetivo é quebrar a rigidez das linhas mais marcadas.

Cortes médios com camadas frontais, long bob desfiado e shag com textura são ótimas escolhas. Eles ajudam a criar leveza e movimento ao redor do rosto.

Referências como Alinne Moraes e Cleo mostram bem esse efeito.

Franjas diagonais e acabamentos menos estruturados também ajudam a suavizar o visual.

Rosto alongado: equilibrar proporções

Mariana Ximenes escureceu o tom de seu cabelo
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Mariana Ximenes escureceu o tom de seu cabelo


Se o rosto é mais comprido, a ideia é trazer volume lateral.

Cortes na altura do queixo, long bob com mais volume e camadas estratégicas funcionam muito bem. A franja também é uma aliada importante, já que ajuda a “encurtar” visualmente o rosto.

Inspirações como Mariana Ximenes e Claudia Raia mostram como esse equilíbrio funciona na prática.

Franjas seguem em alta, mas com adaptação!

As franjas continuam como tendência, mas com um olhar mais individual.

  • rostos redondos → franjas laterais
  • rostos alongados → franjas mais cheias
  • rostos quadrados → franjas desfiadas
  • rostos ovais → maior liberdade

A escolha também depende da textura do fio, da implantação e da sua rotina.

Tendência 2026: naturalidade com técnica

Bruna Marquezine aposta na tendência cherry lip
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Bruna Marquezine aposta na tendência cherry lip


A principal tendência do momento é a chamada “naturalidade assistida”  cortes que parecem naturais, mas são totalmente pensados.

A técnica de camadas invisíveis (Invisible Layers) ganha destaque por criar movimento sem marcar o corte.

Esse estilo aparece em referências como Bruna Marquezine, Sophie Charlotte e Camila Pitanga.

Erros comuns na hora de cortar

Um dos principais erros é escolher o corte apenas por referência visual.

Sem considerar formato do rosto, tipo de cabelo e rotina, o resultado pode não funcionar no dia a dia.

Seguir tendências sem adaptação também costuma frustrar.

A conversa com o cabeleireiro faz toda a diferença

Mais do que levar uma foto, é importante explicar o que você gosta, o que te incomoda e como é sua rotina.

O diagnóstico profissional é o que garante um resultado realmente personalizado.

No final, o corte ideal não é o que está em alta, e sim o que valoriza cada pessoa de forma única”, reforça o especialista.

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