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Estudo concluiu que pessoas que perdem um parceiro têm maior risco de desregular o ritmo das batidas do coração

Ao perder um amor, o risco de desenvolver fibrilação aumenta em até 41%
Getty Images
Ao perder um amor, o risco de desenvolver fibrilação aumenta em até 41%

Perder um amor pode realmente "partir" seu coração. De acordo com uma pesquisa dinamarquesa publicada no periódico "Open Heart", as pessoas que vivem a perda do amado tem 41% mais chances de desenvolver fibrilação atrial - condição caracterizada pelo ritmo irregular das batidas do coração.

Os pesquisadores coletaram dados de mais de 900 mil pessoas - entre os com fibrilação atrial e sem -, por nove anos, e perceberam que a morte do parceiro pode desregular o ritmo do coração por até um ano depois do ocorrido.

De acordo com o estudo, o risco é maior durante os primeiros quatorze dias do luto, e diminui gradativamente depois desse período. Após um ano da perda do amado, o risco é igual ao de alguém que nunca enfrentou a perda de um amor.

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