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Levantamento feito com 2 mil brasileiras mostrou que elas estão menos reprimidas na vida sexual, mas ainda demoram a atingir o orgasmo após a primeira relação sexual

As mulheres definitvamente estão mais liberadas sexualmente. De acordo com um levantamento feito com cerca de 2 mil brasileiras, 80% delas não estão conversando sobre seus desejos e fetiches sexuais apenas com as amigas, mas, principalmente, com seus parceiros.

O sucesso da saga “50 tons de cinza” entre as mulheres também foi um fator contribuinte para que o público feminino passasse a consumir mais produtos eróticos, apontou a pesquisa feita pela Hibou, uma empresa especializada em monitoramento e pesquisas de mercado.

Desmistificando o conceito de que o mercado cultural sexual é majoritariamente consumido pelos homens, na pesquisa, quase 90% das mulheres entrevistadas revelaram abertamente que consomem produtos eróticos como livros, filmes, revistas, óleos e brinquedos para realizarem suas fantasias sexuais, e dois terços afirmaram concordar com a presença de brinquedos durante o ato sexual.

Outros dados curiosos da pesquisa mostram que 94% das mulheres entrevistadas gostam de ouvir obscenidades ao pé do ouvido; 75% já toparam ou topariam usar venda nos olhos durante o sexo; 72% já fizeram sexo por mensagem de texto, o sexting; 65% já levaram ou deram palmadas no bumbum, 48% já tiraram fotos eróticas; 46% já usaram gelo no sexo e 20% topariam ir à uma casa de swing.

Apesar da desenvoltura feminina quando o assunto é sexo, apenas 36% das mulheres com menos de 35 anos tiveram o primeiro orgasmo no mesmo ano que iniciaram a vida sexual, contra 42% das mulheres acima de 35 anos. Entre as mulheres de até 35 anos, 20% levaram entre três e quatro anos de vida sexual ativa até atingir o primeiro orgasmo.

++ Veja a seguir alguns brinquedos sexuais que nem parecem eróticos:


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