Episódios são mais frequentes pouco antes ou logo depois da menstruação

Enxaqueca: há tratamentos disponíveis antes do remédio
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Enxaqueca: há tratamentos disponíveis antes do remédio
A alteração hormonal é uma das razões que explica o fato de as mulheres serem três vezes mais propensas a terem enxaquecas do que os homens, sugere uma nova pesquisa de Harvard. No Brasil, 20% da população tem a doença. Nos Estados Unidos, 30 milhões sofrem com as dores intensas na cabeça, segundo a National Headache Foundation.

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"Existem evidências clínicas e laboratoriais que comprovam essa teoria e uma redução – mas não um desaparecimento – na incidência pós-menopausa”, disse Michael Moskowitz, professor de neurologia da Harvard Medical School, em Boston, em um comunicado da Sociedade de Pesquisa em Saúde da Mulher.

As mulheres que têm enxaquecas podem descobrir que os episódios freqüentemente ocorrem pouco antes ou logo após o início da menstruação. Além disso, os padrões de enxaquecas podem mudar durante a gravidez e/ou a menopausa.

Outros fatores podem aumentar o risco da enxaqueca, veja quais são eles:

- Hereditariedade: pessoas com histórico familiar de ataques dolorosos e, especialmente, aquelas com um ou mais parentes de primeiro grau com enxaqueca, tem significativamente mais risco

- Idade: as pessoas geralmente sofrem de enxaqueca entre os 15 e 55 anos, e o primeiro ataque geralmente ocorre antes dos 40 anos
- Condições médicas: certos problemas de saúde, tais como hipertensão arterial, ansiedade, depressão, acidente vascular cerebral e epilepsia têm sido associados com a enxaqueca

Embora não haja cura, a enxaqueca pode ser administrada de forma eficaz com a ajuda de um médico. Muitos medicamentos estão disponíveis para prevenção e alívio da dor e as mudanças no estilo de vida podem eliminar alguns gatilhos que causam a dor de cabeça, disse Moskowitz.

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