As histórias emocionam e revelam o incrível poder de superação feminino na corrida e na vida. Inspire-se na força dessas mulheres

Corrida só para mulheres
Divulgação / Nike
Corrida só para mulheres
A corrida agrega mulheres de todas as faixas etárias e classes sociais.

Embora o número de homens no esporte ainda seja maior, o público feminino teve significativo aumento nas provas de rua por todo o país nos últimos anos.

Elas também ganharam corridas exclusivas, tênis especiais, vestuário apropriado e muitos outros mimos, tamanha é a procura pela modalidade.

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É comum o esporte entrar na vida dessas mulheres quase sem querer – às vezes como forma de manter o peso, às vezes por incentivo de uma amiga ou até por mero acaso – e se instalar definitivamente.

De acordo com especialistas, os principais motivos que levam mais e mais mulheres a adotar a corrida como esporte são o emagrecimento, a saúde e o condicionamento físico e o poder de superação que a prática traz.

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“Os maiores desafios ao começar a correr são: ir além dos primeiros passos e conciliar filhos, obrigações domésticas, trabalho e cobranças”, diz a treinadora Eliana Reinert, técnica da equipe de atletismo associativo do Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo, que também comanda o Projeto Correr Mulher, com orientações específicas ao sexo feminino.

O número de mulheres que correm aumentou nos últimos anos
Divulgação
O número de mulheres que correm aumentou nos últimos anos

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A mulher corredora tem um brilho especial nos olhos. Quando perguntada sobre como começou a correr, ela geralmente abre o sorriso e passa a falar do tema como se contasse uma história de amor. Veja a seguir as inspiradoras experiências femininas na corrida pelas palavras de uma diarista, uma gerente de marketing, uma professora universitária e uma decoradora.

“Quando corro me sinto uma rainha. Tudo se ilumina”
A diarista Odete Conceição dos Santos, 50 anos, começou a correr inspirada pela São Silvestre

“A corrida é um dos pilares da minha vida”
A gerente de marketing Andrea Longhi, 44 anos, tem expediente puxado, filhos e obteve índice para a desejada Maratona de Boston

“Correr é condição básica para que eu tenha saúde física e mental”
Cientista e maratonista, a professora universitária Ana Beatriz Gorini da Veiga, 34 anos, coleciona conquistas

“Não troco o Capão Redondo por nada”
A decoradora Neide Santos, 51 anos, criou um projeto de inclusão de meninas e mulheres no esporte no marginalizado bairro paulistano 

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