É possível ser feliz sozinho? A música Wave, de Tom Jobim, jura que não

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Mas uma pesquisa sobre as novas solteiras revela que a resposta não é tão simples assim e que é possível, sim, viver sozinha, ter amores e ser muito feliz.

A solteirice tem sido recorrentemente representada como uma falta essencial, uma anomalia social, jamais um caminho, entre outros, escolhido como parte de um projeto de vida que pode ser vivido positivamente, disse Eliane Gonçalves, autora da tese de doutorado recém-defendida na Universidade Estadual de Campinas Vidas no singular: noções sobre mulheres sós no Brasil contemporâneo.

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A revista Pesquisa FAPESP convida quem já conhece essa nova realidade ¿ e quem ainda considera essas mulheres como solteironas ¿ para o debate Vidas no singular: as novas solteiras brasileiras, com Eliane Gonçalves, no dia 24 de março, às 19 horas, na Livraria Cultura da Avenida Paulista, em São Paulo.

Para ler a reportagem Mulher solteira não procura mais , sobre a pesquisa de Eliane, clique aqui.

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Mais informações sobre o debate: mpiliadis@fapesp.br ou 3838-4008


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