Solon segurou um cartaz em pleno jogo do Fluminense, time do coração do casal, e teve seu pedido transmitido em rede nacional

Nada de “Galvão, filma eu”. O cartaz feito pelo diretor de arte Solon Miranda, 37, dizia “Dri, casa comigo?” e foi levantado em um jogo da Libertadores da América, disputado pelo Fluminense, time do coração do casal. “Vamos a todas as partidas juntos e comprei para nós o Passaporte Libertadores, para irmos a todos as disputas na América do Sul, mas naquele jogo no Uruguai ela não pôde ir”, relembra Solon. “Então tive a ideia de mandar um recado, e mandei logo o mais importante de todos”, completa.

nullA Dri – Adriana Guedes Arcuri, 37, gerente de marketing – viu o pedido em tempo real porque Solon tem experiência sobre onde se posicionar na hora do intervalo e ser filmado. Não foi a primeira vez que amigos e familiares o viram entre o primeiro e o segundo tempo de um jogo do Flu.

Depois de uma crise de tosse e de perguntar para a amiga com quem assistia o jogo se era verdade o que tinha lido, Dri pegou o telefone e berrou, feliz da vida: “eu caso!!!”. Solon não precisou de coragem para o feito. Para ele, um homem apaixonado faz qualquer coisa por uma mulher. “Botei a cara para bater, mostrei que gostava muito dela e ganhei um ‘sim’ de presente”, diz.

O americano Joshua Hefford, 35, carpinteiro, também (quase) usou o esporte para demonstrar seu amor a Juliana Senerchia Hefford, 34, contato publicitário. “Fomos andar de snowboarding em uma estação de esqui. Ele passou o dia todo meio estranho, parecia apreensivo”, recorda. O pretendente passou o dia todo com um anel de noivado no bolso, planejando fazer o pedido em público, mas tudo o que conseguiu foi surpreender a namorada no banho, no fim do dia. “Ele entrou no chuveiro, me deu um abraço apertado, ajoelhou ali mesmo e ainda pediu desculpas por não ter conseguido fazer algo mais especial, na montanha”, completa.

Fica a dica: Não tem problema se o seu grande momento for menos espetacular do que você imaginava. “O importante é confiar no próprio taco e deixar o coração falar mais alto para tornar o momento autêntico”, diz Guilherme Valadares, da revista eletrônica Papo de Homem .

“Nos Estados Unidos vemos muito pedidos nos placares eletrônicos nos ginásios esportivos, o que é genial. Toda declaração de amor pública é legal, mas só funciona bem se você tiver certeza que a pessoa que está sendo pedida não é tímida”, aconselha Fabio Arruda, consultor de etiqueta.


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