A maioria é perigosa e nenhum é bom, além de consumir muita energia, podem queimar seu cabelo e, entre nove produtos, sete têm graves problemas de segurança

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Secar o cabelo não é uma tarefa fácil. Se você acha que a premissa se refere ao fato de ter que escolher a temperatura, a direção para a qual se vai apontar o vento e pelo fato de ter que ficar meia-hora com os braços para cima empunhando o secador, ajeitando e esticando o cabelo, errou. A dificuldade começa pela escolha de um aparelho para a função. Testamos os nove secadores de cabelo de maior presença no país e descobrimos que a maioria tem graves problemas de segurança e os que se salvam têm problemas de desempenho.

Os secadores de cabelo no Brasil costumavam ser coisa de salões de beleza. Porém, atualmente ganham cada dia mais espaço na rotina das mulheres e até de alguns homens mais vaidosos. Com os avanços cosméticos, só não tem cabelo liso quem não quer e o secador é peça essencial para manter os fios esticados e no lugar certo. Até mesmo a forma de distribuição dos aparelhos mudou muito desde a década de 20, quando os secadores foram criados. Hoje, os produtos que se auto-denominam profissionais, são encontrados na maioria das residências onde existem mulheres e já são vendidos até em supermercados (antes estavam à venda apenas em lojas especializadas, para profissionais).

Nós já testamos os secadores em outra ocasião (veja a PRO TESTE nº 15, jun/03), quando também encontramos problemas de segurança elétrica. E, como os secadores se tornaram figurinha fácil nos lares, decidimos colocá-los à prova novamente. Mas o resultado foi bastante decepcionante.

*Piores do que eram antes

* Peso e Potência

*Barulho e tempo de secagem

*Temperatura alta e pouca vazão

*Há risco de choque e curto-circuito

*A escolha certa


Veja resposta da empresa Taiff



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