Os noivos costumam cumprir uma sucessão de superstições que fazem parte das cerimônias há muito tempo. Entenda a origem delas

Não faltam rituais e superstições numa cerimônia de casamento. E os noivos certamente preferem cumprir todos eles do que arriscar a não ter sorte no enlace. Você sabe de onde veio a tradição da noiva entrar com um buquê em mãos, por exemplo? Veja a origem dos principais protocolos que os casais seguem no grande dia.

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Vestido de noiva branco

A humanidade sempre creditou o branco como a cor da pureza. O traje da noiva nesse tom era uma “garantia” de que aquela moça estava se casando virgem. O que muitos não sabem é que os noivos também usavam branco na maioria das comunidades que descendem do judaísmo pois a condição de virgindade era aplicada também aos homens.

Noivo não pode ser a noiva pronta antes da cerimônia

No passado acreditava-se que, antes da cerimônia, o noivo não poderia ver a noiva já pronta para a ocasião. A atitude significava que ele a havia tomado antes da hora e isso atrairia azar à nova vida do casal. Hoje em dia esse costume está mais ligado ao fato da surpresa e da emoção do encontro no altar do que a qualquer outra coisa.

Algo velho, algo novo, algo emprestado, algo azul...

Essa prática é muito comum nos Estados Unidos. A noiva deve usar quatro elementos com essas características no dia do casamento. Algo velho representa o passado e a continuidade que ela carrega consigo; algo novo simboliza a nova vida a partir de agora; algo emprestado significa a felicidade compartilhada e algo azul remete à fidelidade, ao amor e à pureza.

Chuva de arroz ou de pétalas de rosas

Era costume na Grécia Antiga jogar esses elementos jogados na cabeça dos noivos como garantia de fertilidade e prosperidade.

Jogar o buquê

Os celtas acreditavam que os noivos, mas principalmente a noiva, eram muito abençoados no dia do casamento – essa assimilação era feita por conta de uma de suas entidades mais poderosas ser uma mulher. Logo, o buquê da noiva, que é algo com vida na sua composição –  ao contrário de vestido e joias –, recebia uma dose extra de benção e poder . A mulher que o pegasse seria a próxima a se casar.

Partir o bolo com as mãos sobrepostas

Outra tradição que não pode faltar é a partilha do bolo com as mãos dos noivos sobrepostas. O gesto significa que a vida dos dois será compartilhada, porém o marido é o responsável pelo sustento da família e pela noiva. Ele deverá cuidar dela e provê-la em todos os aspectos.

Repararam que a cerimônia de casamento é uma sucessão de rituais supersticiosos? Por isso ela mantém sua beleza e importância com o passar dos anos. O casamento é um marco na vida das pessoas e deve ser vivido nos mínimos detalhes.

* O blog Chegou a Hora é comandado pela organizadora de eventos Andrea Maia

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