Casal decide trocar alianças a bordo de um navio e passa lua-de-mel ao lado de 43 pessoas da família em um cruzeiro


Helder e Iara Burle tiveram o que se pode chamar de um casamento glamouroso. Dispostos a ter uma cerimônia não convencional, eles decidiram trocar alianças a bordo de um navio, no dia 6 de abril de 2012. “Não nos arrependemos nem um pouco, foi tudo perfeito. Para casais que procuram praticidade sem perder o glamour, recomendo com certeza”, afirma a noiva.

Quem plantou a sementinha do casamento em um cruzeiro foi uma prima e uma das irmãs do noivo, depois de se entusiasmarem com um passeio em alto mar. A ideia se difundiu entre a família e Iara começou a pesquisar as opções para realizar uma cerimônia de casamento a bordo. Além de possível, a noiva descobriu também que casar no navio pode sair mais barato comparado aos custos de um casamento convencional.

Iara e Helder conversaram, estudaram valores e as condições de pagamento, quantas pessoas poderiam ser convidadas e demais preparativos. “Tudo isso coube em nossos planos. E estávamos decididos a não fazer uma cerimônia na igreja”, conta a noiva. O casamento aconteceu em 6 de abril de 2012, dia do aniversário de Iara, tornando o momento ainda mais especial.

Casar no navio foi mais rápido e prático do que planejar um casamento convencional, conta Iara
Rodrigo Gonzales
Casar no navio foi mais rápido e prático do que planejar um casamento convencional, conta Iara

A preparação
Além do diferencial do lugar inusitado e elegante, casar no navio dá bem menos trabalho aos noivos. Muitos cruzeiros oferecem serviços especializados para esse tipo de evento, com buffet, bebidas, bolo e serviço de fotógrafo, em pacotes variados para o casal. No caso de Iara e Helder, a organização, da primeira reunião até a data do casamento, levou cinco meses. Um casamento convencional leva, em geral, pelo menos um ano de preparação.

“Tivemos uma cerimônia linda, com um requinte e uma riqueza de detalhes que surpreendeu a todos. Creio que o local cria uma clima todo especial, todos os convidados quando receberam o convite ficaram encantados em saber que a cerimônia seria em um navio”, diz a noiva.


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Todos os preparativos foram contratados junto a uma empresa de organização de eventos. Aos noivos coube providenciar os convites e encaminhar aos convidados com o roteiro de embarque, horário e local para apresentação dos que iriam participar da viagem. Alguns convidados optaram apenas por assistir a cerimônia e tinham horário para desembarcar do navio.

A cerimônia
No “grande dia”, o navio estava atracado em Santos. Os cruzeiros geralmente realizam a cerimônia no dia da partida ou durante alguma parada se a escolha do casal for fazer o casamento em terra firme. Iara embarcou já com o cabelo pronto, apenas finalizou a maquiagem e colocou o vestido na cabine do navio.

A valsa foi acompanhada não só pelos convidados, mas também pelos outros passageiros do cruzeiro
Rodrigo Gonzales
A valsa foi acompanhada não só pelos convidados, mas também pelos outros passageiros do cruzeiro

Como é comum nas cerimônias em cruzeiros, o casamento foi realizado por um oficial do navio. Os noivos não quiseram levar padre, pastor nem juiz de paz, pois a ideia era mesmo que tudo ficasse com cara de um casamento a bordo. Dentro das opções oferecidas pelas operadoras, é possível optar por padre, pastor ou outro celebrante ou ainda pelo comandante e os oficiais.

A festa aconteceu no mesmo salão onde foi realizado o casamento, com a participação de 63 convidados. Vinte deles não continuaram na viagem e os outros 43 participaram dos três dias de passeio em alto mar até Cabo Frio. “A lua de mel foi no próprio navio, com mais 43 pessoas da família que estavam viajando conosco. Na verdade, o casamento se encaixou na viagem que a família resolveu fazer”, conta a noiva.

Os demais passageiros foram contagiados pelo clima de alegria da festa e felicidade dos noivos. “Quando saímos para fazer fotos todos os convidados foram atrás e acabamos por dançar a valsa dos noivos no saguão central, com todos cantarolando a música e muitos outros passageiros do navio parando nos andares superiores para olhar, fazer fotos, aplaudir e gritar ‘beija, beija, beija’”, lembra Iara. Alguém duvida que foi lindo e inesquecível?


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