O que as atrizes Angelina Jolie, Jessica Alba e Jeniffer Lopez têm em comum, além da fama e beleza?

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Todas estão grávidas de gêmeos. Fora a predisposição genética, como é o caso da atriz brasileira Fernanda Lima, casais que recorrem à reprodução assistida têm mais chances de passar por uma gestação de múltiplos.

Segundo uma matéria publicada recentemente na revista Time , um estudo aponta aumento de 70% no percentual referente ao nascimento de gêmeos desde 1980, quando as técnicas de fertilização in vitro começaram a se popularizar.

Na hora de recorrer à inseminação artificial, é recomendada a transferência de apenas um embrião em pacientes com menos de 35 anos e que apresentem bom prognóstico, mas para mulheres acima dos 37 anos, a American Society of Reproductive Medicine , recomenda entre três e cinco.

Mesmo com a implantação de mais de um embrião, a doutora Silvana Chedid explica que é incorreto pensar que todos implantados no útero materno significam mais um bebê. Geralmente, em 30% dos casos, a mamãe irá curtir a gestação de apenas um embrião bem-sucedido. Aliás, a ciência investe cada vez mais em meios de controlar o nascimento de múltiplos.

A especialista Silvana Chedid acredita que essa tendência de gestação múltipla tende a diminuir conforme os avanços tecnológicos. Como hoje em dia a taxa de sucesso da fertilização in vitro é bem mais otimista, procuramos transferir um número menor de embriões. Tanto é que a ocorrência de trigêmeos decresceu bastante nos últimos anos, a especialista em medicina reprodutiva Silvana Chedid.

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Fonte: Dra. Silvana Chedid, médica ginecologista, diretora da clínica Chedid Grieco Medicina Reprodutiva ( www.chedidgrieco.com.br ) e chefe do setor de Reprodução Humana do Hospital Beneficência Portuguesa (SP).

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