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Papo de mulher: Jessia Krell

A executida dá a sua definição da mulher contemporânea

Redação | 19/03/2009 17:29

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Foto: Claudio Augusto Ampliar

Jessia Krell, executiva de luxo da Pernod Ricard, participa da nossa entrevista e dá a sua definição da mulher contemporânea

O que é ser mulher hoje?
Não dá para restringir o que é ser mulher hoje. É muito abrangente, em todos os sentidos. Ela é completa porque consegue ser mãe, filha, executiva e esposa. Essa mulher contemporânea é globalizada em conciliar os aspectos da sua vida.

E o que é mais difícil para as mulheres?
O mais complicado é conciliar todas as suas funções sem perder o bom humor. É administrar tudo bem, com tudo o que é exigido de nós.

Qual é a mulher mais interessante que você conheceu?
Admirei o tempo todo a Ruth Cardoso. Ela sempre mostrou todos os seus lados: mostrava que tinha família, que era uma esposa bacana...

Já conseguiu descobrir o que as mulheres realmente querem?
Eu, particularmente, quero ter uma plenitude saudável: quero ser feliz no amor, no trabalho, na saúde...

O que seria bom pegar emprestado dos homens?
A racionalidade imediata. O homem tem essa coisa direta e objetiva. A mulher também tem, mas precisa parar para pensar. No homem, isso aparece de forma espontânea.

Leia também: Papo de mulher com Marina de La Riva

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