Animale, UMA, TNG, PatBo e Cavalera: transparência apareceu em quase todos os desfiles do São Paulo Fashion Week

A abertura da 39ª edição do São Paulo Fashion Week, na segunda-feira (13), trouxe as tendências para o próximo verão 2016. Com direito a tribo indígena, seios à mostra e muito branco, o primeiro dia do evento teve desfiles das marcas Animale, UMA, TNG, PatBo e Cavalera.

Abrindo a maratona de apresentações, a Animale trouxe às passarelas uma coleção inspirada nos cafés parisienses e londrinos dos anos 1920. Trabalhando com materiais como telas e jacquards, o estilista Vitorino Campos criou um clima elegante, com calças pantalonas e blazers, mas ao mesmo tempo bastante esportivo, com a presença de parcas e tops – alguns bem transparentes.

Nos vestidos de um ombro só, as fendas são profundas, trazendo sensualidade. Para os pés, as sandálias vieram com saltos grossos e altos e o solado bastante pesado, chamado de tratorado.


Em seguida, a UMA chegou confirmando o branco como uma cor forte para o próximo verão brasileiro. Em uma mistura do armário masculino com o feminino, a marca desfilou uma coleção andrógina, de modelagem assimétrica e com bastante transparência.

Além disso, a estilista Raquel Dawidovicz resolveu brincar ainda mais com a mistura dos gêneros e trouxe bermudas e peças com corte de alfaiataria para as mulheres.

Celebrando os 20 anos de SPFW, a TNG apostou em um elenco que fez história no evento. Com a presença das tops já consagradas Shirley Mallmann, Gianne Albertoni  e Mariana Weickert, a marca trouxe, como de costume, uma moda mais comercial para as passarelas.

Com uma mulher rockabilly romântica, a TNG misturou a delicadeza das estampas florais com o rústico do denim. As calças pantalonas também apareceram nesta coleção e devem se firmar como tendência para o próximo verão.

Leia também:
7 casacos tendência para o outono-inverno
Descubra quais roupas combinam com o seu tipo de corpo

Já na PatBo, a inspiração veio dos anos 1960, ou seja, muita estampa floral, que veio em diversos tamanhos e até em aplicações de flores gigantes nos looks em preto e branco. Além disso, os vestidos trapézio também trouxeram um ar vintage para a coleção de Patrícia Bonaldi.

E fechando o primeiro dia do evento, a Cavalera promoveu um verdadeiro ritual indígena no Parque Cândido Portinari. Com a presença de vinte índios de etnia Iuanauá, Alberto Hiar, diretor-criativo da marca, desfilou uma coleção inspirada em sua viagem ao Acre para conhecer a tribo Mutum.

O resultado foi uma coleção bastante colorida, com estampas étnicas e peças como o poncho revelando a influência. Nos pés, as botas pretas de cano curto e longo apareceram para não deixar o rock’n’roll já característico da marca de lado.

Veja ainda:
Inspire-se nas famosas para usar camisa jeans
Como usar macacão

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.