A apresentadora conta sobre o surto consumista que teve na Itália há 20 anos e diz que guarda as peças até hoje no closet: "É para lembrar que não posso comprar por impulso"

Vestindo uma de suas combinações favoritas - biquíni e boné – enquanto curtia os primeiros momentos de 2015 na Praia do Forte (BA), Adriane Galisteu falou ao iG sobre seu estilo e revelou que guarda no closet peças que comprou num ataque consumista na Itália há 20 anos.

Apesar de ser casada com um dos nomes do clã Iódice, a apresentadora diz que o marido entendedor de moda não dá palpite sobre seus looks. Quando o fiel stylist Tide Alves não está por perto, Adriane recorre à mãe para pedir opinião sobre o visual. “Dona Emma é quase uma assistente do Tide”, diverte-se a camaleoa fashion, que tem linha de bolsas e de jeans com seu nome. Confira o bate-papo: 


Mãe também é personal stylist

“Sou eu mesma quem faço toda a produção de look no dia a dia. Já para trabalho conto com o Tide Alves, que está comigo há 20 anos. Sou da época que não existia personal stylist, era apenas produtor de moda, e já era ele quem sempre ajudava a montar os looks para todos os eventos. Isso permanece, só que mudou de nome e agora é personal stylist. Mas quando ele não está por perto e tenho dúvida no look, pergunto a Dona Emma (mãe), que é quase uma assistente do Tide. Na verdade, a maior parte das coisas que compro é com base na minha mãe. Ela vai muito às lojas, faz o garimpo e traz pra mim. Ela sempre foi muito boa nisso.”

Casa de ferreiro...

“Como santo de casa não faz milagre, o Alê (o marido Alexandre Iódice) não quer saber de moda. Quando ponho uma roupa, ele já diz que está ótimo. É sempre ótimo. Ele não tem paciência nenhuma para falar ou opinar sobre moda em casa.”

Surto consumista em Roma

“Fui muito pobre e lembro quando ganhei o primeiro dinheiro que ficou realmente pra mim. Foi em 1995, quando fiz uma viagem a Roma e fiz um strike. Acho que era trauma de querer ter tudo aquilo e nunca ter podido. Na primeira oportunidade comprei coisas que nunca usei e outras que usei apenas uma vez. Guardo tudo até hoje no meu closet para lembrar que não posso comprar nada por impulso. Tenho que comprar o que eu realmente preciso, gosto e uso. Sou extremamente responsável com dinheiro, principalmente depois que meu filho nasceu. Sempre faço doações das minhas roupas, mas essas em especial não consigo me desfazer.”

Camaleoa

“Sou do conforto no dia a dia, mas no trabalho não pode ter um só estilo e aprendi a ser assim. Tem dias em que estou de jeans e chinelo e em outros, de tailleur. Acho que temos que trafegar bem inclusive pelas peças que temos dificuldade e principalmente pelas tendências que são passageiras. Eu, por exemplo, tinha muita dificuldade em usar roupa midi. Aprendi como compor o look e hoje uso essa peça feliz da vida.” 

Amor X ódio

“Antigamente eu falava que detestava amarelo, mas ontem mesmo comprei uma blusa dessa cor. A gente não pode falar que não usa isso ou aquilo porque nós vamos mudar de ideia. A moda te faz entender que você deve mudar.”

Peça favorita

“Quando estou na praia uso sempre biquíni e boné, quando estou em São Paulo, jeans e tênis. Uso salto para sair à noite. Mas o que mais gosto é vestido. É prático, você precisa pensar em uma só peça.”

Quem inspira

“Só me inspiro em mim mesma, vou como o espírito manda. Tem dias em que estou superdonzela, mas tem aqueles em estou uma maloqueira de primeira categoria. Sempre respeito meu espírito. Quando não estou a fim de maquiagem, não ponho mesmo.”

Árvore de Natal

“Sempre gostei de acessórios, tenho síndrome de árvore de Natal, sempre tive. Não perdi isso, aliás, até aumentou. Acredito que o acessório faz a roupa muitas vezes, claro que na medida certa. Eu não tenho essa medida, o Tide tira e eu só coloco (risos).”

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