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Lícia Egger Moellwald
É consultora na área de Treinamento Corporativo e doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo.

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Quando o relacionamento acaba é preciso ter compostura


Quem poderia imaginar que aquela paixão iria acabar. Afinal, o mundo foi testemunha dos beijos, das declarações e dos abraços.

O que não sai da cabeça é para onde foi aquela cumplicidade e o que foi prometido nas melhores horas.

O pior é quando se é trocado por outro alguém. Tanto faz por quem, o sentimento de ter sido descartado intoxica.

Às vezes a raiva é tão grande, que tem momentos que a vontade é de matar a tal pessoa.

Mesmo assim, tem sempre um chato com comentários que envenenam, do tipo “Eu sabia que não ia dar certo”, se sabia então porque não falou?

Mas de tudo isso, o que mata é saber o que fazer com o que se sabe sobre o outro? Afinal, isso é munição para uma guerra.

Para sair do buraco não tem receita, até por que, cada um tem o seu tempo. Tem gente que depois de dois meses já está em outra, em contrapartida, tem os que ficam eternamente amargurados.

Daí, que para dar conta de qualquer tipo de final, a palavra certa é ter compostura e educação.

Não existe nada mais brega do que ver alguém falando os “podres” ou destruindo a vida de quem foi querido.

Quando isso acontece, fica clara a dor de cotovelo e o pior, a pessoa faz papel de coitada. Dá para ser mais idiota?

Se o ex-amor fica sabendo, é uma demonstração de que a pessoa é mesmo o máximo. Imagine, fazer tanta falta que o outro “sai de giro”?

Para evitar papel de vítima ou de maluca o ideal é manter a pose. Pelo menos na frente dos outros.

Claro que fingir que não rolou tristeza é burrice, mas, tem que ser feito com jeito, com elegância.

Mesmo sendo verdade que se conselho fosse bom ninguém dava de graça, aí vão alguns:

·        Não conte nada do que se passou, na cama, no chuveiro ou no carro, tanto faz. Em boca fechada não entra mosca.

·        Não ponha fogo, quebre em pedacinhos ou destrua o que pertence ao ex-amor. Ponha tudo numa caixa e peça para alguém entregar.

·        Não fique arranjando motivos para telefonar. Faça uma lista do que precisa ser dito, devolvido ou dividido, resolva o que puder numa só vez.

·        Se encontrar com o ex na balada não agarre o primeiro que passar para fazer ciúmes. Pega mal, não tem sentido e o pior, em geral, quem faz isso nem curte.

·        Não faça nada sem pensar, não beba até ficar de porre e não coma feito louca. Acredite, o tempo se encarrega de fazer essa dor passar.

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Etiqueta Corporativa: Sucesso com Bons Modos
Autores: Lícia Egger-Moellwald e Hugo Egger-Moellwald
Editora: Anhembi Morumbi
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Assunto: negócios e empregabilidade




 



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