Mande para sonia.teias@ig.com.br suas dúvidas sobre relacionamentos e sexualidade, vamos selecionar algumas para serem respondidas pela terapeuta Sônia Blota. Aproveite!
Oi Sônia, meu nome é Joanna, tenho 23 anos e acabei um namoro de dez meses (sei que foi pouco tempo, mas foi o suficiente para me deixar arrasada). Tudo era tão intenso, tudo que eu sentia ele também sentia; era completamente equilibrado. O homem ideal para mim, pois apesar de termos a mesma idade, ele parecia ter muito mais, pois sua cabeça era aberta para tudo. Enfim, como qualquer relacionamento, com o passar do tempo começaram as briguinhas bobas por causa de ciúme, insegurança. Isso foi desgastando cada vez mais e eu cobrando cada vez mais dele. Prometia mudar, mas nunca fazia o que prometia. Até que ele terminou o namoro comigo. Sabe Sônia, esses dias estão sendo horríveis para mim. Já emagreci 3 quilos, estou abatida, não consigo me concentrar em nada que eu tente fazer, enfim. Por favor, me dê um conselho no que fazer!!!! Muito obrigada pela atenção. Espero ansiosamente notícias. Joanna
Bom dia Dra.Sonia, meu nome é Tatiana tenho 23 anos e namoro há cerca de 6 meses um rapaz de 31 anos, nosso relacionamento é meio conturbado por causa de brigas relacionadas a ciúmes, por ambas as partes. Eu sou muito ciumenta e nervosa, perco a cabeça por qualquer motivo, e ele é muito possessivo, ciumento e também nervoso. Gostaria que você me desse uma sugestão para minimizar os nossos confrontos.No aguardo de vossa atenção, agradeço antecipadamente. Aguardo uma resposta. Tatiana
Está faltando autocontrole
Venho trabalhando nesses últimos anos na tentativa de desenvolver nas pessoas a inteligência emocional, que é, a meu ver, o fator principal do sucesso de um relacionamento. Nas próximas semanas, falarei dos outros conceitos básicos dessa inteligência, mas começo hoje com o chamado “autocontrole”.
Enxergo aqui duas pessoas provavelmente bem sucedidas, inteligentes intelectualmente falando, ou seja, que têm “uma boa cabeça”. Como alguém assim pode perder essa cabeça por tão pouco?
Isso acontece quando as emoções inundam essa aparente calma racional e fazem com que as pessoas se tornem agressivas, briguem por qualquer coisa e principalmente se sintam destruídas por um relacionamento que acaba.
Emoções podem ser controladas tanto quanto os pensamentos, mesmo se contarmos que os hormônios nos conferem uma dose extra de sentimentos. O ciúme doentio não pode ser desculpa para uma cobrança exagerada de atitudes do outro, assim como a insegurança não pode ser a explicação para se iniciar uma briga ou trocar palavras ásperas com a pessoa que você ama.
O relacionamento não é bode expiatório de emoções mal lidadas, porque atitudes assim é que mantêm a fama de mulheres descontroladas e assim como um homem não consegue visualizar o seu futuro amoroso com alguém instável, as mulheres também não podem levar uma vida inteira perdendo relações importantes, até o respeito por si mesmas, simplesmente porque não conseguem dominar o que sentem.
Isto não significa esconder os sentimentos nem se distanciar deles, ao contrário, significa entender porque você é assim, quando e onde você se sente dessa forma e o quê você pode fazer para não se deixar dominar por algo que é apenas uma parte de você.
Sônia Blota é psicóloga, pós-graduada em Integração Fisiopsíquica, Master Practitioner em PNL, com especialização em psicologia clínica, Terapia da Linha do Tempo e Sexualidade. Para entrar em contato, clique aqui e visite o site Teias ou mande seu e-mail para sonia.teias@ig.com.br
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