Além da estimulação química que resulta em sensação de bem-estar, os fumantes recorrem ao cigarro por diversos outros motivos. Esta é a classificação estabelecida pela doutora Jaqueline:
- Prazer: vontade de fumar quando você está confortável e relaxado, após as refeições, o ato sexual, assistindo um filme, tomando um cafezinho ou alguma bebida alcoólica.
- Manipulação: segurar o cigarro surge como algo importante em situações nas quais você não sabe onde colocar a mão. Aqui, o que conta é o ritual de abrir o pacotinho, acender o cigarro, manipular a fumaça, jogar a cinza fora...
- Hábito: você sempre fuma em determinadas situações e não pensa antes de acender o cigarro. Muitas vezes, nem está com vontade de fumar, mas fuma automaticamente.
- Estimulação: fumar para ampliar uma sensação estimulante, como quando você puxa o cigarro antes de iniciar uma tarefa, por exemplo.
- Redução de tensão: nervoso, preocupação, tensão e tristeza disparam a vontade de fumar.
Pode ser que você se identifique com mais de uma categoria e é bem provável que isso aconteça. Contudo, uma categoria tende a prevalecer sobre as outras. Jaqueline explica que as pessoas que fumam para reduzir a tensão ou por estímulo são os tipos mais difíceis de tratar. “Muitas vezes nestes casos é preciso intervenção medicamentosa”, disse.
1.Por que você fuma
2.As armas antifumo que ajudam o dependente
3.Tipos de fumantes
4.As frases típicas de um fumante convicto
5.Parar? Depois eu penso nisso
6. Teste de dependência
Dra. Jaqueline Scholz Issa reúne mais de uma década de sua experiência no tratamento de centenas de pacientes tabagistas, no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas, o Incor, onde atua como cardiologista e diretora do Ambulatório de Tabagismo. É autora do livro "Deixar de Fumar" (MG Editores). Visite o site http://www.deixardefumar.com.br/
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