Pesquisa mostra que parceria é importante para o aleitamento

Apoio social e financeiro facilita o aleitamento materno
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Apoio social e financeiro facilita o aleitamento materno
Mais uma pesquisa acaba de reforçar que os pais não são figuras secundárias na saúde dos filhos. Médicas da Fundação Oswaldo Cruz avaliaram 1.057 mães de crianças recém-nascidas. As participantes do estudo sem companheiros apresentaram chance 5,32 vezes maior de introduzir leite artificial no cardápio dos pequenos antes de completarem seis meses de vida o que, segundo os pediatras, compromete o desenvolvimento e dificulta o vínculo materno com o bebê.

A melhor rotina de amamentação entre as que contam com o apoio do marido ou namorado é mais creditada ao beneficio da parceria do que ao matrimônio em si. Segundo as autoras, as mamães têm mais apoio social, econômico, emocional e educacional do outro e podem reservar mais tempo para o aleitamento.

Casadas ou não, o estudo ressalta o alto índice de desistência do leite materno como alimentação exclusiva antes do período adequada: 44% contrariaram as recomendações dos especialistas, desistiram do peito e adotaram as fórmulas industriais do alimento (caixinha ou pó). As conclusões estão publicadas na edição de setembro da Revista Brasileira de Epidemiologia

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