Serviço tem se tornado comum na Índia

Mãe só tem uma? Mãe é quem cria ou quem dá à luz? Essas e outras questões se tornam ainda mais difíceis de responder se incluirmos nessa história as mães de aluguel. Nesta semana, o jornal americano The New York Times publicou uma matéria sobre o assunto .

Em um país onde a medicina é avançada, mas a população é pobre, a chamada terceirização da reprodução vem ganhando terreno. Na Índia, as mulheres se tornam mães-de-aluguel a fim de incrementar os ganhos da família. Chega a ser quase um emprego informal.

Como a prática é proibida em alguns países europeus e Estados americanos, casais dessas regiões são os que mais procuram pelas mães indianas. Além, é claro, das vantagens financeiras: o preço de todo o processo na Índia é um terço do valor nos Estados Unidos.

O tema já foi debatido no Brasil em 1990 com a exibição da novela Barriga de Aluguel. A personagem Clara (vivida por Cláudia Abreu) desencadeou uma grande discussão ética. Ana e Zeca (Cássia Kiss e Vitor Fasano) queriam ter um filho, mas não podiam engravidar. Contrataram Clara para ser mãe de aluguel. Só que, durante a gestação, Clara se apegou à criança e após o parto decide não entregar o bebê e foge. O Brasil passou nove meses discutindo quem deveria ficar com a criança.

E você? É a favor ou contra as mães de aluguel? Dê sua opinião nos comentários.

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