Toda vez que a Lua, em suas andanças no espaço, está prestes a deixar um signo e ingressar no outro, ela fica vazia de curso ou VOC, do inglês ¿void of course¿

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Nesses momentos, que podem variar de alguns minutos a muitas horas, nada de importante deve ser iniciado, porque as chances de não dar certo ou de que não atinja os resultados esperados aumentam. As ações iniciadas com a VOC podem assemelhar-se à trajetória de um pedaço de madeira que bóia perto da praia: nunca sabemos exatamente onde vai dar.

Nos períodos em que a Lua estiver vazia de curso, o melhor é assumir a postura de simples observador e evitar entrar em conflito com as pessoas. Ideal mesmo é ser mais tolerante e deixar os grandes projetos para depois. Por outro lado, são momentos excelentes para repousar, relaxar, meditar ou simplesmente dar andamento normal às coisas.

Segundo, o astrólogo Al Morrinson - o maior pesquisador da VOC neste século - esses períodos devem ser aproveitados para cuidar dos assuntos subjetivos e não objetivos e para as atividades mais espirituais do que materiais. Por exemplo: oração, ioga, psicoterapia, diversões, sono, meditação e até para saborear o vinho preferido.

Segundo ele, a VOC reflete-se em: decisões irrealistas; improvisações; falsos começos, com erros e ajustes; defeitos que vêm à luz; demoras, frustrações e pouca produtividade. E é ele que adverte: se você vai viajar, planeje sua viagem de forma a não chegar ao seu destino num momento de VOC.



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