A Lua em Touro te coloca em contato com talentos e valores que vivem escondidos nas profundezas do seu inconsciente. E a relação de harmonia que ela estabelece com o Sol, Plutão, Vênus e Mercúrio indica o caminho através do qual eles podem chegar até a luz do dia: uma aliança entre o trabalho e a imaginação.
Se você ainda não fez isso até agora, a vida vai lhe dar a oportunidade de cortar de vez o cordão umbilical. Mostrará que é possível construir a independência sem ferir ou brigar com ninguém.
O predomínio da energia dos signos de terra nos ajuda a entrar em contato e aceitar com serenidade os desafios da realidade. Ao se harmonizar com o Sol, Mercúrio, Vênus e Plutão, a Lua de Touro compensa o excesso de idealismo dos planetas em signos de fogo. Um dia excelente para todo tipo de realização concreta.
Com Vênus e Mercúrio no signo de Capricórnio você pode ficar dividido entre atender o chamado socializante de Júpiter e de Urano em signos de fogo ou se recolher para um período de meditação. Tente dividir bem o seu tempo.
O tempo de Gêmeos é o tempo dos significados. Um tempo mágico em que o homem descobre as palavras e aprende com elas que algumas coisas podem ser símbolos de outras, mesmo sendo completamente diferentes delas.
Nesse mundo cheio de múltiplas possibilidades só não se perde quem sabe perguntar e quem tem a coragem de dar nome para as coisas. As pessoas que nascem quando o Sol atravessa o signo de Gêmeos já nascem com a cabeça cheia de perguntas. Para elas, o mundo é parecido com o país das maravilhas. Tudo depende de saber compreender os sinais e achar as chaves certas. Para fazer isso eles precisam se comunicar. Com palavras, com gestos, com cores ou com música. A forma não interessa. O que interessa é a sensação indispensável de compreender e ser compreendido. Regidos por Mercúrio, o ágil mensageiro do Olimpo, os geminianos tem necessidade de estar física, mental ou verbalmente ativos o tempo todo. Por isso, muitos deles parecem nervosos ou inquietos. Frequentemente eles são acusados dos pecados da dispersão e da superficialidade. O que acontece é que eles realmente se interessam por muitas coisas e às vezes não tem tempo suficiente para se aprofundar em nenhuma delas. Por terem um olhar atilado, que registra com a rapidez de um raio todas as alternativas possíveis para uma determinada situação ou para um determinado caminho, vivem se atrapalhando com as encruzilhadas. Não é a toa que os gregos, quando iam viajar, punham pedras nas encruzilhadas para que Hermes (o nome grego de Mercúrio) abrisse os caminhos. Eles sabiam que os caminhos só se abrem quando a gente escolhe um.